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Indígenas lutam na Justiça pela Funai

Indígenas lutam na Justiça pela Funai

Nós temos uma Constituição e, diferentemente de muita gente por aí, os povos indígenas sabem usá-la. Eles estão procurando a Justiça para tentar reverter a Medida Provisória 870/2019, assinada pelo presidente em 1º de janeiro. A MP tira da Funai a atribuição de demarcar suas terras e a transfere para o Ministério da Agricultura.

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A bicharada invade o Rio

A bicharada invade o Rio

A bicharada está invadindo o Rio de Janeiro. Ou seria o contrário? Outro dia, uma arara-vermelha, ave raramente vista em nossas florestas, foi vista sobrevoando a Avenida Rio Branco, no centro da cidade. Já teve até bicho-preguiça badalando pelo Leblon. Mas a verdade é que nós estamos invadindo a praia deles.

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Xingu no #DesafioDos10Anos

Xingu no #DesafioDos10Anos

Entramos no #DesafioDos10Anos! A imagem abaixo se refere à região da Volta Grande do Xingu, no Rio Xingu, no Pará, em 2007, antes de o rio ser desviado para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, e em 2017, depois do desvio. O Movimento É a Gota D’água já alertava para essa destruição desde 2011, questionando a construção deste monstrengo. Essa obra, que custou mais de R$ 30 bilhões, gerou impactos socioambientais na região, como a violação de direitos de indígenas e ribeirinhos e morte de milhões de peixes, comprometendo não só a renda como a própria alimentação da comunidade.

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O poder das palavras

O poder das palavras

Homens públicos precisam ter cuidado com o que falam. Uma frase mal-aplicada pode gerar confusão e, até mesmo, violência. Todo o estadista que se preze sabe disso. São princípios da arte de governar. Em apenas 15 dias do novo governo federal, houve quatro invasões em terras indígenas, em parte causados por declarações desastradas do governo. Pare só um minuto de ler e leve seu olhar à pequena indígena retratada acima. Viaje até sua infância e imagine como você se sentiria se um grupo entrasse no seu quintal, mudasse a disposição das coisas, revirasse o ambiente. Agora, se transporte para uma aldeia indígena. Por que lá “pode” haver invasão? Em nome de quê?

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O sapo Romeu encontra sua Julieta

O sapo Romeu encontra sua Julieta

Romeu finalmente conheceu sua Julieta. Mas ela não é fácil. Há 10 anos o anfíbio mais solitário do mundo, um sapo-aquático-de-sehuencas, esperava por companhia em uma instituição científica na Colômbia. Já se acreditava que ele fosse o último de sua espécie, até encontrarem uma fêmea na floresta. Criada livre, leve e solta, Julieta (abaixo) curte um agito; já Romeu (acima), que viveu a última década numa solitária de laboratório, não tem muito o que contar.

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Indígenas temem uma grande invasão

Indígenas temem uma grande invasão

Miriam Leitão esteve, em 2013, com o fotógrafo Sebastião Salgado em território Awá Guajá, no Maranhão, e testemunhou o drama vivido pelos povos indígenas locais. Não é de hoje que eles são vítimas do descaso do Estado; há tempos eles têm que defender suas terras praticamente sozinhos. Mas a situação pode ficar muito mais grave: lideranças indígenas maranhenses informaram à jornalista que grileiros estão planejando uma grande invasão. Eles se sentem encorajados, uma vez que a Funai saiu da alçada do Ministério da Justiça, que costumava mediar esse tipo de conflito. A instituição foi para a pasta da Agricultura, dominado pelos ruralistas.

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Terras indígenas: onde a natureza resiste

Terras indígenas: onde a natureza resiste

Na primeira metade do século XVI, o conquistador espanhol Francisco de Orellana equiparou a valentia das mulheres indígenas que encontrou no Novo Mundo à das amazonas da Grécia Antiga. Daí veio o nome do rio que descobriu e da própria região. A história da Amazônia, portanto, é de resistência. E resistir é mais do que preciso. Povos originários e meio ambiente continuam sob ataque. Mal assumiu o cargo, o presidente gerou polêmica ao dizer que 15% do território nacional é demarcado como terras indígenas e quilombolas e que menos de um milhão de pessoas vive nestes lugares isolados do Brasil de verdade”… A afirmação equivocada mereceu uma resposta à altura dos povos Aruak Baniwa e Apurinã.

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Funai perde atribuições fundamentais

Funai perde atribuições fundamentais

A notícia parece preocupante e é mesmo. O novo governo baixou uma Medida Provisória que destitui a Funai das funções de identificar, delimitar e demarcar Terras Indígenas. As atribuições, fundamentais à questão indígena, caberão ao Ministério da Agricultura, cuja titular da pasta, Teresa Cristina, é deputada licenciada da bancada ruralista.

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O amargo retorno do Japão à caça à baleia

O amargo retorno do Japão à caça à baleia

Tão reconhecido por bons projetos de sustentabilidade, o Japão tomou uma decisão que nos remete à Idade Média. O país asiático não só se desligou da Comissão Internacional da Baleia (CIB), como anunciou a retomada da caça a esses animais marinhos em suas águas para fins comerciais a partir de julho de 2019, desprezando o fato de que algumas espécies estão em extinção.

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Lugar da Funai é no Ministério da Justiça

Lugar da Funai é no Ministério da Justiça

A Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão do governo responsável pelos direitos indígenas do Brasil, está passando por outra crise no auge dos seus 51 anos. Além de sucateada e menosprezada, a instituição agora pode perder sua tradicional casa, o Ministério da Justiça.

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Escorpiões tocam no terror Brasil

Escorpiões tocam no terror Brasil

Escorpiões estão tocando o terror Brasil adentro. O bicho já mata mais do que cobra no país. O Ministério da Saúde informa que, em 2010, houve 52.500 pessoas atacadas. Em 2017, o aumento foi de 138% com 124.903 casos. Neste período, o número de mortes subiu de 74 para 184! Por quê? As mudanças climáticas o o lixo explicam.

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Lições do passado guiam o futuro

Lições do passado guiam o futuro

Para se atirar uma lança, é preciso antes lhe dar um impulso para trás. É o passado que impulsiona o futuro; evoluímos com o que aprendemos com nossos erros e acertos. Isso vale tanto para o indivíduo, quanto para a sociedade. O futuro do Brasil também depende do conhecimento de seus primeiros habitantes.

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Renas somem do Ártico

Renas somem do Ártico

As mudanças climáticas podem deixar o Papai Noel a pé. A população de renas selvagens e caribus caiu mais da metade no Ártico nos últimos 20 anos. Segundo um relatório da ONG American Geophysical Union, o número de animais caiu de quase 5 milhões para cerca de 2,1 milhões.

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Veneno na mesa dos outros é refresco

Veneno na mesa dos outros é refresco

Banidos de outros países, os agrotóxicos são consumidos por boa parte da população brasileira. Em 2017, 60 mil toneladas de itens como paraquate, atrazina e acefato foram lançados nas plantações do país. A Europa concentra as sedes das principais empresas do segmento de pesticidas, mas o uso de vários desses produtos são proibidos por lá.

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Quem ama, cuida

Quem ama, cuida

Que ama, cuida. Os povos indígenas têm uma ligação umbilical com a terra e a tratam com todo o carinho que uma mãe merece. Boa parte da vegetação nativa do Brasil preservada se deve a eles. Sem a sua ajuda, dificilmente conseguiremos cumprir as metas do Acordo de Paris – cujas regras de implementação estão sendo discutidas na 24ª Conferência do Clima da ONU (COP-24), que se realiza na Polônia. Então, já passou da hora de o Estado saldar a sua dívida.

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Plásticos entram na dieta das tartarugas

Plásticos entram na dieta das tartarugas

Pesquisadores da Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace examinaram 102 tartarugas marinhas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo. E, no intestino de todas, todas elas, havia incômodos micro-plásticos.

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