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Quilombolas

Os três ‘S’ quilombolas

Os três ‘S’ quilombolas

Quem nunca provou da culinária quilombola não sabe o que está perdendo. Além de ser muito gostosa, o que costumam chamar de...

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O quilombo é uma escola

O quilombo é uma escola

“É preciso uma aldeia para se educar uma criança”: a mesma África de onde vieram os antepassados dos quilombolas nos ensinou...

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Aquilombar é preciso

Aquilombar é preciso

Sobre a Lei Áurea, discursou 13 de maio de 1888 o senador Paulino de Souza: “É desumana porque deixa expostos à miséria e à...

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Uma nova luta

Uma nova luta

Sobre a pandemia de Covid-19, quilombolas e indígenas podem dizer: "de onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo"....

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Quilombo é cultura

Quilombo é cultura

Na próxima quinta-feira, 8 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal pode decidir o destino de milhões de brasileiros descentes...

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Quilombo é identidade

Quilombo é identidade

No dia 8 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal volta a julgar o decreto que regulamenta as terras quilombolas. Para eles,...

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#SomosTodosQuilombolas

#SomosTodosQuilombolas

O governo avança vorazmente sobre os nossos direitos, sem distinção: sejam trabalhadores da cidade ou do campo, sejam os povos...

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O Brasil é quilombola

O Brasil é quilombola

A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) manda o seu recado para os ministros...

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Nenhum quilombo a menos

Nenhum quilombo a menos

O futuro do povo quilombola está logo ali. O Supremo Tribunal Federal (STF) remarcou para a próxima quarta-feira, dia 18, o...

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Funai perde atribuições fundamentais

Funai perde atribuições fundamentais

A notícia parece preocupante e é mesmo. O novo governo baixou uma Medida Provisória que destitui a Funai das funções de identificar, delimitar e demarcar Terras Indígenas. As atribuições, fundamentais à questão indígena, caberão ao Ministério da Agricultura, cuja titular da pasta, Teresa Cristina, é deputada licenciada da bancada ruralista.

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A luta dos quilombolas

A luta dos quilombolas

A Constituição de 1988 consagrou aos quilombolas o direito às suas terras. Entretanto, os processos de demarcação e de...

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Dona Dijé e Antônio Mulato: vidas quilombolas muito bem vividas

Dona Dijé e Antônio Mulato: vidas quilombolas muito bem vividas

Duas vidas muito bem vividas. O movimento quilombola perdeu neste fim de semana duas importantes lideranças: Dona Dijé e Antônio Mulato. Ela morreu aos 70 anos no Quilombo de Monte Alegre, no Maranhão, e foi fundadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu. Seu Antônio era o quilombola mais velho do Brasil: foi-se aos 113 anos, no Mato Grosso.

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Hoje é Dia de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

Hoje é Dia de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

Tereza de Benguela ainda vive neste dia dedicado à ela e à Mulher Negra. A luta da guerreira que liderou o Quilombo de Quariterê, no Mato Grosso, no século 18, continua em pessoas como Maria do Socorro Silva, quilombola destaque numa série do jornal The Guardian sobre ativistas ambientais.

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O próprio DEM dá razão aos quilombolas

O próprio DEM dá razão aos quilombolas

O próprio DEM admite: errou ao entrar com uma ação no STF contra os direitos constitucionais dos quilombolas. “É um equívoco do passado. O pensamento do partido não é mais o mesmo”, disse o atual presidente do partido, o senador José Agripino. O problema é que o julgamento trouxe à tona outra ameaça: o “marco temporal”.

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Quilombolas vencem a Vale

Quilombolas vencem a Vale

A Vale foi condenada por danos ambientais no quilombo de Jambuaçu, em Moju (PA). Fevereiro está aí e no dia 8 os quilombolas vão enfrentar um julgamento decisivo no STF, e neste início de ano a pressão pelas aprovações da nova lei de mineração e da que flexibiliza o licenciamento ambiental será grande. Mas não há luta que não possamos vencer.

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Um ano de extremos

Um ano de extremos

Instabilidade e variações ao longo do ano. Diante da avalanche de leis semeada pela bancada ruralista no Congresso, o estrago socioambiental foi até pequeno. Estrago real e muito maior quem mostrou, de fato, foi a natureza, revoltada com nosso descaso.

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Liberdade para cultivares

Liberdade para cultivares

Cultivares são plantas que foram modificadas pelo homem ao longo dos anos. A troca, a livre distribuição e o armazenamento de suas sementes é um costume secular de comunidades tradicionais. Mas um Projeto de Lei pode passar para grandes empresas o controle exclusivo sobre o uso de sementes, plantas e mudas modificadas.

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Quilombos entram nas contas do IBGE

Quilombos entram nas contas do IBGE

Os quilombos estão em festa. O próximo Censo Demográfico do IBGE, que será feito em 2020, vai incluir dados sobre comunidades quilombolas de todo o país. Além de números sobre a quantidade exata de quilombos e seus habitantes, a pesquisa vai buscar informações sobre suas vocações econômicas e manifestações culturais.

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Ferrovia Paraense: a Belo Monte da vez

Ferrovia Paraense: a Belo Monte da vez

O governo segue passando como um trator por cima dos direitos dos povos tradicionais na Amazônia. Segundo lideranças quilombolas, o governo do estado do Pará está violando a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ao não realizar a consulta livre, prévia e informada sobre o projeto de construção da Ferrovia Paraense.

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Violência contra quilombolas não entra para as estatísticas

Violência contra quilombolas não entra para as estatísticas

De janeiro a agosto, 13 moradores de comunidades quilombolas foram assassinados no Brasil. Seis deles eram líderes envolvidos em conflitos de terra e a maioria dos casos foram registrados na Bahia. Mas a violência contra eles sequer entrou para as estatísticas. Os quilombolas reclamam da forma como tem sido conduzido os inquéritos, que apontam motivações variadas.

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Indígenas e quilombolas seguem unidos

Indígenas e quilombolas seguem unidos

Vai continuar tudo junto e misturado, uma verdadeira cafuzada: indígenas e quilombolas seguem unidos em suas lutas para garantirem seus direitos. Os Pareci, os Nambikwára e os povos do Xingu conseguiram importantes vitórias no Supremo Tribunal Federal esta semana, mas ainda falta derrubar a ADI do DEM contra os quilombolas e dissipar de vez a ameaça do “marco temporal” que paira sobre os indígenas. Dois julgamentos importantes foram adiados, então segue a vigília!

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A violência é invisível contra os quilombolas

A violência é invisível contra os quilombolas

Diz-se que Zumbi dos Palmares tinha o dom da invisibilidade, o que o tornava virtualmente invencível no campo de batalha. A violência contra os seus descendentes também é invisível: de julho para cá, somente na Bahia, oito quilombolas foram assassinados. E não existem estatísticas oficiais. Assine a petição por seus direitos.

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Indígenas e quilombolas juntos conta a injustiça!

Indígenas e quilombolas juntos conta a injustiça!

Não pode ser mera coincidência que 16 de agosto seja um dia decisivo tanto para quilombolas quanto para indígenas. Só podem ser boas vibrações. Ambos os povos têm encontros marcados no Supremo Tribunal Federal; que ótimo momento, então, para promover sua união. Que a luta indígena e quilombola pelo direito às suas terras seja uma só.

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Nenhum Quilombo a menos! Assine a petição!

Nenhum Quilombo a menos! Assine a petição!

Já assinou e compartilhou nossa petição pelos direitos quilombolas? É rapidinho. Mesmo enfraquecido pelo governo, o Incra está tentando fazer a sua parte. Só ontem, ele reconheceu seis terras quilombolas em quatro estados. Esta aí é a de Peruana, que fica no Pará.

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