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Internet aquece a Suécia
Na Suécia, tudo se transforma. Outro dia, falamos que o país tira boa parte da energia que consome do lixo. A novidade agora é que os suecos estão usando o calor da Internet para aquecer casas.
Dá um refresco!
A eliminação ou uma redução substancial no uso do HFC em aparelhos de refrigeração nos ajudariam a cumprir mais rapidamente as metas do Acordo de Paris. Isso representaria menos 0,5° C na temperatura média global até 2100.
A água está com falta de ar
É serio. Segundo um estudo publicado hoje na revista Science, a perda de oxigênio no oceano quadruplicou em 50 anos. O aumento da temperatura global e a poluição são os principais responsáveis pelo sufoco.
PCHs: presente de grego
“Fase de grandes hidrelétricas chega ao fim”, diz a manchete do jornal “O Globo”. Seria uma ótima notícia, caso não viesse a reboque um presente de grego: a provável para a proliferação das chamadas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).
Energia sem fumaça é mais em conta
Não tem mais desculpa: já é mais barato produzir eletricidade usando o sol e o vento do que combustíveis fósseis. O relatório “Fim da ocupação do carvão e do gás?” compara os custos de geração de energia de quatro usinas recém construídas: de carvão, gás, eólica e solar.
Munduruku fazedores de cabeça
Os Munduruku já foram ferozes caçadores de cabeça, mas hoje são sábios fazedores de cabeça. Souberam, como poucos, adaptar-se aos novos tempos. E há muito mais a aprender com eles. Que em 2018 tenhamos sua sabedoria para entender que temos muito a ganhar com o conhecimento deles também.
Não existe jogar ‘fora’
A partir de 1º de janeiro de 2020, pratos, copos e talheres de plástico serão proibidos na França. Para substituí-los, serão propostos utensílios 50% compostos por matérias-primas provenientes de fontes renováveis.
Imigrantes do clima
Esse mundão de meu Deus pode ficar pequeno demais para nós todos. As mudanças climáticas podem obrigar a Europa a receber até um milhão de novos imigrantes por ano. Ondas de calor, inundações e a elevação do nível dos mares podem tornar inabitáveis muitas regiões do globo – e até mesmo fazerem países desaparecerem.
Da Vinci ecológico
Renascentista ecológico. Que Leonardo da Vinci (1452-1519) estava muito à frente de seu tempo nas artes, ciências e tecnologia, todos já sabemos. Agora, graças ao trabalho dos espanhóis Juan Barja e Patxi Lanceros, descobrimos também que ele já se preocupava com o meio ambiente.
Não fosse o Protocolo de Montreal, estaríamos fritos
Graças a ele, vamos conseguir tapar o buraco na camada de ozônio até 2065. E uma simples emenda ao tratado, que será discutida em outubro, em Kigali, Ruanda, poderá nos ajudar a resolver outro problema: o aquecimento global.
Indígenas do novo milênio
A chamada Geração Z, nascida e/ou criada neste início milênio, vai pela primeira vez às urnas numa eleição nacional. E com poder de decisão: segundo projeções do IBGE, jovens entre 16 e 24 anos representam 19,2% do total de eleitores potenciais. É uma turma alfabetizada pela linguagem digital, conectada com o mundo. Cerca de 170 mil indígenas dessa geração terão idade para votar pela primeira vez este ano. O que eles querem? Que mundo sonham em ajudar a construir?
Um ano de extremos
Instabilidade e variações ao longo do ano. Diante da avalanche de leis semeada pela bancada ruralista no Congresso, o estrago socioambiental foi até pequeno. Estrago real e muito maior quem mostrou, de fato, foi a natureza, revoltada com nosso descaso.
Cobertor curto
Os HFCs, hoje usados em aparelhos de refrigeração, vêm se mostrando eficazes para a recuperação da camada de ozônio.
Mas apresentam um efeito colateral: contribuem para o aquecimento global. Mas não esquente a cabeça: é possível reverter isso com uma simples emenda no cobertor chamado Protocolo de Montreal.
Bola de beber
A startup inglesa Skippink Rocks Lab criou uma solução original para as grandes poluidoras do planeta: as garrafas pet. Eles colocaram a água em bolas comestíveis e biodegradáveis que, quando colocadas na boca, liberam o líquido.
Uma herança ameaçada
Uma reserva florestal de 39 mil hectares, criada com o apoio da freira americana Dorothy Stang, foi invadida há um mês por cerca de 200 famílias e está sendo rapidamente desmatada.
Uma resposta sob nossos pés
Os solos são o segundo maior reservatório de carbono do planeta, ficando abaixo apenas dos oceanos. Mas atividades como desmatamento e agricultura industrial degradaram 40% das terras agricultáveis no mundo.
Plásticos causam alterações hormonais
Estamos nos contaminando até quando tomamos banho. O uso em excesso de plásticos e cosméticos, como o sabonete, pode causar alterações hormonais e outras doenças. E esses distúrbios podem levar ao câncer. A USP examinou a urina de 300 crianças e detectou níveis altos de substâncias tóxicas em metade das amostras.
Mãozinha para sobrevivência
As tartarugas da Amazônia estão entre as espécies preferidas dos caçadores, atrás de seus couro e carne. Para complicar, apenas 1% dos filhotes sobrevive.
Guerra de canudos
Não há lugar para nós e eles no planeta. Por isso foi declarada a guerra de canudos. E não há neutralidade possível nessa briga: mesmo nas montanhas mais remotas da Suíça foram coletadas 50 toneladas de micropartículas de plástico. Foi encontrado plástico a 10 mil metros de profundidade, na Fossa das Marianas, e no chamado Ponto Nemo, a região do oceano mais distante de ilhas ou continentes. Nem o Ártico e a Antártida escapam de seus tentáculos.
Energia emergente
Partiu o trem movido à energia emergente. A locomotiva é a China, mas vez mais os países em desenvolvimento estão gerando eletricidade a partir do sol e do vento. Em 2016, foram mais 34 GW de eletricidade por usinas solares, em 71 nações emergentes.
UFMG forma 30 novos professores indígenas
Um momento de celebração: a Universidade Federal de Minas Gerais formou de uma vez 30 novos professores indígenas, das etnias Pataxó e Xakriabá. Esta é a terceira turma do curso de licenciatura em Formação Intercultural para Educadores Indígenas (Fiei), na área de Ciências Sociais e Humanidades.
O verde volta a tomar conta da Costa Rica
Do lado de cá do Atlântico quem vem dando bons exemplos é a Costa Rica. Segundo o Banco Mundial, o país a primeira nação tropical a reverter desmatamento.
Um lixo de país
A ilha de lixo que flutua no meio do Pacífico já tem o tamanho da França. Então porque não transformá-la num país? A ideia inusitada partiu da ONG canadense Plastic Oceans, que lançou um abaixo-assinado que já tem mais de 100 mil assinaturas. Chamado Trash Isles (Ilhas de Lixo), ele tem moeda, bandeira, passaporte e seu primeiro cidadão honorário, o ex-vice-presidente americano e ambientalista Al Gore.
Um trem movido a sol
Nos trilhos da energia limpa. A Austrália tem o primeiro trem movido a sol do mundo. E ele é bonitão. Montado sobre uma velha carroceria abandonada, ele ganhou painéis solares no teto e esse ar retrô.
Desmatamento zero, literalmente
Na Noruega, não é só mais slogan: o governo acaba de proibir o corte de árvores no país. E não é só isso: os noruegueses também não vão mais importar ou produzir qualquer matéria-prima que contribua para a destruição de florestas no mundo.
Negligência virou fatalidade em Mariana
Uma “fatalidade” sobre a qual não se tem controle. É assim que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, vê o maior desaste ambiental do Brasil, o rompimento da barragem da Vale/Samarco, em Mariana. Morreram 19 pessoas e o Rio Doce, e vilas inteiras foram destruídas. E não foram vítimas do azar, como ele quer, mas do descaso, da irresponsabilidade, da cobiça e da negligência.
Indianos contra os transgênicos
A Índia está dando uma lição em relação aos transgênicos. O maior produtor de algodão do mundo passou a plantar uma variedade de algodão indígena chamada “desi”. Desenvolvida naturalmente pelo ministério da agricultura, a semente tem dado boas colheitas, é resistente a pestes e ainda pode ser armazenada para ser replantada no ano seguinte.
Dia de lembrar que plastificamos os oceanos
Nos sentimos os reis do mundo, mas nosso Titanic está naufragando num mar de lixo. Hoje (8/6), Dia Mundial dos Oceanos, uma boa ocasião para lembrar que 90% das aves marinhas e 100% das tartarugas já comeram plástico. E que se nada for feito, até 2050 vai ter mais plástico do que peixe no mar.
São Paulo pode salvar uma vida por dia
São Paulo pode salvar uma vida por dia e economizar R$ 3,8 bilhões até 2050. Basta que se cumpra uma lei. A conclusão é de um estudo inédito do Greenpeace Brasil e do Instituto Saúde e Sustentabilidade. A Lei Municipal do Clima, criada em 2009, determina que a partir de 2018 toda a frota municipal de ônibus seja abastecida com 100% combustíveis renováveis.
Aedes aegypti em cana!
Pesquisadores da Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo criaram um larvicida que não agride a natureza e a nossa saúde. Feito a partir do bagaço da cana-de-açúcar, o produto mata as larvas do inseto por asfixia em 24 horas. E ainda desintegra o seu exoesqueleto.

























