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Catástrofe ambiental

Pedra cantada

Pedra cantada

No Brasil, profeta não arruma emprego; tudo é previsível. O que aconteceu em Brumadinho há três anos era pedra cantada. Pouco...

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Quanto vale esta floresta?

Quanto vale esta floresta?

Amazônia e mineração ilegal são como álcool e direção: não combinam. O último exemplo vem de Uiramutã, a 290 quilômetros de...

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Brumadinho 1 ano

Brumadinho 1 ano

Quando a barragem da Mina do Feijão se rompeu, no dia 25 de janeiro de 2019, um mar de lama sobrepujou o córrego do Feijão. O...

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Negligência

Negligência

Onde eu nasci passa um rio  Que passa no igual sem fim Igual, sem fim, minha terra Passava dentro de mim (Caetano Veloso)...

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Óleo vaza na Baía de Guanabara

Óleo vaza na Baía de Guanabara

Os catadores de caranguejo no extremo norte da Baía de Guanabara de repente ficaram sem trabalho no último sábado. Milhares de litros de óleo foram derramados no Rio Estrela, que, bem próximo dali, deságua na Guanabara, à altura da cidade de Magé. O curso d’água e a baía tiveram seus mangues devastados naquela região.

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CFCs voltam a ameaçar camada de ozônio

CFCs voltam a ameaçar camada de ozônio

Está vazando gás. Estamos conseguindo tapar o buraco na camada de ozônio graças ao Protocolo de Montreal, o mais bem-sucedido acordo ambiental da história. Mas a volta à atmosfera dos CFCs, gases que eram usados em refrigeração e foram banidos pelo tratado, está deixando a comunidade científica em alerta.

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A lição de Mariana não foi aprendida

A lição de Mariana não foi aprendida

Vamos deixar que esqueçam Mariana? Há três anos aconteceu o maior crime ambiental do país: o rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco, que deixou mortos o Rio Doce e 19 pessoas. A lição, porém, não foi aprendida. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), 45 barragens do Brasil correm o risco de ruptura.

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Barcarena está cercada

Barcarena está cercada

A agressão da Hydro/Alunorte contra Barcarena se revelou só a ponta do iceberg. Desde que um polo industrial se instalou na região, acidentes ambientais são constantes: foram registradas 17 ocorrências de 2000 a 2015.

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Barragem: pesadelo sem fim

Barragem: pesadelo sem fim

Pesadelo sem fim. Uma barragem quatro vezes maior do que a do Fundão, que matou 19 pessoas e o Rio Doce, pode ser construída em Minas Gerais. Não bastasse isso, os moradores de Conceição do Mato Dentro já sofrem com seca do Rio Santo Antônio e estão recebendo ameaças de morte.

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Um ano de extremos

Um ano de extremos

Instabilidade e variações ao longo do ano. Diante da avalanche de leis semeada pela bancada ruralista no Congresso, o estrago socioambiental foi até pequeno. Estrago real e muito maior quem mostrou, de fato, foi a natureza, revoltada com nosso descaso.

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Negligência virou fatalidade em Mariana

Negligência virou fatalidade em Mariana

Uma “fatalidade” sobre a qual não se tem controle. É assim que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, vê o maior desaste ambiental do Brasil, o rompimento da barragem da Vale/Samarco, em Mariana. Morreram 19 pessoas e o Rio Doce, e vilas inteiras foram destruídas. E não foram vítimas do azar, como ele quer, mas do descaso, da irresponsabilidade, da cobiça e da negligência.

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Mariana soterrada por um Pão de Açúcar

Mariana soterrada por um Pão de Açúcar

Um Pão de Açúcar de lama. Esta foi quantidade de rejeitos tóxicos que vazou da Barragem do Fundão na região de Mariana, em Minas Gerais. Ou 43,7 milhões de m³ de irresponsabilidade, que mataram o Rio Doce e 19 pessoas.

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Seca é desastre ambiental

Seca é desastre ambiental

Não deixe o seu cariri nem no último pau-de-arara, porque a falta d’água é geral. Para o IBGE, a seca é o maior desastre ambiental do Brasil. Segundo um estudo lançado hoje pela instituição, ela atingiu metade dos municípios do país, de Norte a Sul, entre 2013 e 2017.

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O clima está ruim para todo mundo

O clima está ruim para todo mundo

O clima está ruim para todo mundo: enquanto a tempestade Harvey devasta o Texas, nos Estado Unidos, a Europa bate recordes de calor, Serra Leoa chega a mais de mil mortos em deslizamentos e enchentes, no Brasil 1.296 cidades estão em estado de emergência, seja pela chuva ou pela seca, e Nepal (foto), Índia, Bangladesh estão debaixo d’água. E dessa vez não tem El Niño, La Niña ou nenhum outro fenômeno natural como desculpa.

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O buraco da mineração é mais embaixo

O buraco da mineração é mais embaixo

Quer que a gente desenhe o tamanho do estrago causado pela mineração a céu aberto e o que ganhamos em troca? Nesta foto do artista plástico Dillon Marsh, a esfera no centro representa todo o cobre retirado dessa cratera na mina Palabore, na África do Sul. E o buraco é só o dano visível, pois a atividade ainda libera substâncias tóxicas na terra, no ar e na água. Já pensaram numa tragédia de Mariana de proporções amazônicas?

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Secas e inundações afetam 55,7 milhões no Brasil

Secas e inundações afetam 55,7 milhões no Brasil

É um estrago da gota serena: em quatro anos, secas e inundações afetaram 55,7 milhões de pessoas no Brasil (mais de um quarto da população) e causaram um prejuízo de R$ 36 bilhões. Os dados, referentes ao período de 2013 a 2016, são do novo relatório da Agência Nacional de Águas.

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Seca na Amazônia teve a mão do homem

Seca na Amazônia teve a mão do homem

Não dá mais pra fingir que a gente não tem nada a ver com isso: a seca na Amazônia de 2016, a pior em 100 anos, teve a mão do homem. Segundo um estudo da Universidade de Connecticut, publicado na Scientific Reports, o desmatamento e o aquecimento provocado pela emissão de CO2 contribuíram decisivamente para a falta de chuvas na região.

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A Justiça tarda e falha com Mariana

A Justiça tarda e falha com Mariana

O processo que julga os responsáveis pela maior tragédia ambiental do país está paralisado, por determinação do juiz Jacques de Queiroz Ferreira, da comarca de Ponte Nova (MG). Ele também corre o risco de ser anulado a pedido da defesa, sob a alegação de que houve ilegalidade na quebra de sigilos telefônicos nas investigações.

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O Brasil continua pegando fogo

O Brasil continua pegando fogo

Uma chama que, infelizmente, não se apaga: já foram registradas mais de 9 mil queimadas no país entre janeiro e maio, um número 12% maior que o mesmo período no ano passado. É um dado especialmente preocupante se levarmos em conta que as temporadas de incêndios dos dois últimos anos foram os maiores da história.

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O melhor amigo da floresta

O melhor amigo da floresta

No Chile, três cadelas da raça Border Collie estão ajudando a replantar uma área devastada pelo fogo no início do ano. E elas fazem isso brincando, enquanto correm pela área devastada carregando às costas mochilas recheadas de sementes.

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Mariana: dois anos como um dia

Mariana: dois anos como um dia

Parece que foi ontem. A tragédia de Mariana está fazendo dois anos, mas para as vítimas do maior desastre ambiental do país, é como se tivesse se passado só um dia: ninguém foi julgado, indenizações não foram pagas, o Rio Doce continua morto e cerca de mil pessoas ainda não receberam suas novas casas.

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Sirene climática

Sirene climática

O número de municípios brasileiros que decretaram situação de emergência por causa de eventos climáticos extremos cresceu 35% no primeiro semestre de 2017 em relação ao ano passado. O Nordeste é a região mais atingida, castigada pela seca e também pela chuva, que deixou milhares de desabrigados em Alagoas e Pernambuco, em maio.

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Já danificamos 75% da Terra

Já danificamos 75% da Terra

Destruição em massa: atividades humanas já danificaram 75% da superfície terrestre, segundo o relatório da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES). Até 2050, este índice deve chegar a 90%.

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Estão botando fogo no Brasil?

Estão botando fogo no Brasil?

A pergunta é pertinente. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o número de incêndios em setembro já superou em 52% o do mesmo período do ano passado. Segundo o Programa de Queimadas e Incêndios do órgão, esse aumento não pode ser atribuído somente ao clima seco ou a causas naturais.

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