agosto 2016 | Alternativas Energéticas
O Rio Grande do Norte vai ganhar mais 13 parques eólicos até 2019. As obras já começaram.
O estado é líder em produção e consumo de eletricidade produzida pelo vento. De lá vem 32% da energia gerada no país.
Os novos parques, que vão funcionar nos complexos Cutia e Bento Miguel, vão ter 149 aerogeradores com 120 metros de altura.
Os ventos potiguares ainda vão mover o país!
Via Eco Guia
Foto: eco4u
Saiba mais: https://www.ecoguia.net/noticias/rio-grande-do-norte-ganhara-13-novos-parques-eolicos-em-2016/
novembro 2017 | Alternativas Energéticas, Mudanças Climáticas
Nunca é feito à luz do sol, até nisso há desperdício: a Câmara Federal aprovou ontem, na calada da noite, o texto base da Medida Provisória 795/17, a MP do Trilhão, que concede mais benefícios fiscais à indústria petrolífera. Caso vire lei, o país deixa de arrecadar R$ 40 bilhões por ano e engata mais uma vez a marcha-ré do desenvolvimento sustentável, além de dar as costas para o Acordo de Paris.
Imaginem o que dá para fazer com essa grana: já dissemos aqui que com dez vezes menos, R$ 4 bilhões, é possível zerar o desmatamento; mas R$ 4 bilhões também é o que vai custar o Complexo Eólico Campos Neutrais, no Rio Grande do Sul, o maior da América Latina, que vai gerar eletricidade limpa para três milhões de pessoas. Nenhum outro país do mundo subsidia exploração de combustíveis fósseis como o Brasil. É coisa de mãe para filho. A quem isso interessa?
Via Agência Brasil
Foto: Viktor Veres/AFP
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agosto 2017 | Direitos humanos, poluição
Os homens – e mulheres – de capa resolveram promover sua semana socioambiental. Vamos torcer que prevaleça o bom senso e a Justiça. No dia seguinte a julgamentos que dizem respeito às causas indígena e quilombola, entra em pauta no Supremo Tribunal Federal (STF) a proibição do amianto. A ação se arrasta a 13 anos e será retomada no dia 17 (quinta-feira).
Usado na fabricação de telhas e caixas d’água, o amianto pode causar diversos tipos de câncer e asbestose (uma doença terrível que provoca o endurecimento do pulmão). Já foi banido de mais de 70 países e é proibido na União Europeia desde 2005. Não é caso de só de Justiça, mas também de saúde pública. E um caso grave.
Via UOL
Foto do documentário “Não Respire – Contém Amianto”
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abril 2016 | catastrophe ambiental, Desmatamento
Elas estão aí desde os tempos da pedra lascada, mas os seus dias podem estar contados.
Sequoias, abetos, eucaliptos e baobás de até cem metros de altura e milhares de anos de idade estão sumindo do mapa.
Os suspeitos pelo crime são os de sempre: as mudanças climáticas, a degradação do meio ambiente e o desmatamento ilegal.
Mas por trás deles está aquele gênio do mal que todos conhecem: o bicho homem “civilizado”.
Elas testemunharam o alvorecer da Humanidade e nós podemos ser responsáveis por seu fim.
Via El País
Foto: California State Parks
Saiba mais: https://migre.me/tCebr
agosto 2017 | Direitos humanos, Direitos indígenas, Quilombolas
Não pode ser mera coincidência que 16 de agosto seja um dia decisivo tanto para quilombolas quanto para indígenas. Só podem ser boas vibrações. Ambos os povos têm encontros marcados no Supremo Tribunal Federal; que ótimo momento para promover sua união. Que a luta indígena e quilombola pelo direito às suas terras seja uma só. Com os corações cheios de esperança que a mais alta corte do país promova a Justiça, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) estão juntas! É um por todos, e todos por um!
As decisões dos ministros sobre o Parque Indígena do Xingu, a Terra Indígena (TI) Ventarra e TIs dos povos Nambikwara e Pareci poderão gerar consequências para as demarcações em todo o país. Elas podem servir de brecha para a adoção da tese inconstitucional do “marco temporal”, segundo o qual só teriam direito às terras os povos que as estivessem ocupando até o dia da promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988. Isso valeria mesmo para aqueles que tivessem sido expulsos com o uso da violência. Ela voltou à pauta quando o presidente Temer assinou, em julho, um parecer da Advocacia Geral da União (AGU) ordenando todos os órgãos do Executivo a aplicarem-na e ainda a vedação à revisão dos limites de terras já demarcadas. O “marco temporal” que nasceu de uma interpretação do processo de demarcação da TI Raposa Serra do Sol, é considerado inconstitucional por juristas como Dalmo Dallari e José Afonso da Silva.
Um parecer favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no 3239/2004 também pode inviabilizar a titulação de novas Comunidades Remanescentes de Quilombos. O julgamento será às 14h. A ADI questiona o Decreto 4.887 de 20 de novembro de 2003, que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos. Os direitos dos quilombolas também são garantidos pelo Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e 215 e 216 da Constituição da República; pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho de 7 de junho de 1989; pelo Decreto Legislativo no 143 de 20 de junho de 2002; pelo Decreto 5.051 de 19 de abril de 2004; pela Instrução Normativa no 49 do Incra; e pela Portaria nº 98 da Fundação Cultural Palmares. Mas o Decreto 4.887 é a principal ferramenta. O julgamento se arrasta desde 2012 e está 1 a 1. Em seu voto contrário à ADI, a ministra Rosa Webber, entretanto, faz uma citação ao “marco temporal”.
A diversidade cultural brasileira, a informação, a fé na Justiça e a união são nossas maiores armas. O Caboclo Sete Flechas é um indígena Pataxó que ganhou seus poderes diretamente dos orixás. Eles o defendem dos diversos males e injustiças do mundo. Omulu-Obaluaiê lhe deu a seta da força astral superior, para distribuir a humanidade a Divina força da fé e da verdade. Vamos usá-la!
Assine aqui a petição pelos direitos quilombolas.
E saiba mais sobre o que está em jogo aqui e aqui