dezembro 2015 | Alternativas Energéticas
Even if the Earth’s temperature is rising the #cop21 the atmosphere is still lukewarm. Representatives of non-governmental organizations attending the event are concerned that the agreement to reduce the emission of greenhouse gases is not living up to expectations.
Taking climate action now prevents Climate International Conference ends in nothing: Take Climate Action Now!
Photo: Icewatch Installation, blocks of ice brought from Greenland to melt in front of the Pantheon in Paris. (© Claudio Angelo)
outubro 2017 | Direitos indígenas
Sucedeu-se assim: em 1500, os portugueses deram por cá e tomaram posse de Pindorama em nome de El-Rei e a rebatizaram, sem pedir a opinião de seus habitantes. Passados 517 anos, a vontade dos povos indígenas continua sendo ignorada e a violência contra eles, seja física, psicológica ou institucional, segue como prática habitual. A esta altura, era de se esperar que os não-índios já estivessem mais civilizados. Mas ainda agimos como bárbaros do século XVI.
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lançou este mês o relatório “Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil – Dados 2016”, onde se confirma a tendência de que os retrocessos legais dos últimos anos têm se refletido em mais conflitos: foram registrados 118 assassinatos de indígenas no país no ano passado. Um caso emblemático foi a morte do agente de saúde indígena Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, em junho, numa emboscada contra a comunidade Tey i Kue, do povo Guarani-Kaiowá, em Caarapó, no Mato Grosso do Sul. A violência também se manifesta de outras formas: 735 crianças menores de 5 anos morreram por falta de assistência e desnutrição grave, e 106 indígenas se suicidaram. Este ano, tudo indica que as estatísticas devem engrossar, com o ataque ao Gamela, no Maranhão, em maio, e o ainda não esclarecido massacre de indígenas isolados na Terra Indígena (TI) Vale do Javari, no Amazonas, entre outros casos.
O Cimi também fez um levantamento no qual constatou que hoje tramitam na Câmara Federal e no Senado 33 propostas, reunindo mais de 100 projetos, que ameaçam os direitos indígenas. Destas, 17 propõem alterações nos processos de demarcações de TIs. Oito delas suspendem portarias declaratórias e seis transferem do Executivo para o Congresso Nacional a competência de demarcar TIs, como a famigerada PEC 2015. As demais autorizam o arrendamento em de terras regularizadas, impedem a desapropriação para demarcações e determinam indenização para invasores que ocuparam TIs depois de 2013. O Brasil acaba de ser repreendido por ter faltado às audiências temáticas sobre questões indígenas e quilombolas na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que foram realizadas segunda-feira (22/10), em Montevidéu, no Uruguai.
Além de não haver um único representante indígena no Congresso Nacional, a bancada ruralista, a maior interessada em suas terras, ocupa 40% das cadeiras daquele casa. Não basta estar do lado mais fraco da corda: o oponente ainda conta com o reforço da máquina do governo federal, já que Temer deve a ele sua sobrevida na Presidência. Mas se engana quem acha que só os indígenas estão sob ataque: uma pesquisa da Agência Pública mostra que além deles, quilombolas e trabalhadores estão entre os que mais perderam direitos constitucionais no atual governo. Saúde, educação e meio ambiente também foram afetados. Ou seja, sobrou para todo mundo. Vamos ajudar os indígenas a equilibrarem as forças nessa cabo-de-guerra?
Saiba mais:
Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil – Dados 2016
Congresso anti-indígena: 33 propostas, reunindo mais de 100 projetos, ameaçam direitos indígenas
O desmanche da Constituição
Brasil não comparece a audiências e é cobrado na CIDH
maio 2017 | Mata Atlântica
O maior surto de febre amarela silvestre já enfrentado pelo Brasil não chegou ao coração das grandes cidades, mas vem atingindo regiões onde vivem alguns dos primatas mais ameaçados do país. De acordo com o Ministério da Saúde, quase 5,5 mil macacos morreram por suspeita da doença.
Além da ameaça à biodiversidade, a mortandade impacta também a ecologia das florestas, já que os primatas têm importante papel no equilíbrio das matas.
Além de provocar a maior epidemia da doença em décadas no Brasil, causando 426 mortes, o vírus teve uma expansão geográfica sem precedentes em florestas e matas, definida por especialistas como uma tragédia humana e ambiental.
Via: BBC
Saiba mais em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-40024332
Foto: Revista Galileu
fevereiro 2016 | Alternativas Energéticas
Que tal aproveitar o dia do seu casamento para declarar também o seu amor à natureza? A charmosa capela Thorncrown, nos Estados Unidos, é o lugar perfeito para isso.
Totalmente integrada à floresta, o projeto do arquiteto Frank Lloyd Wright valoriza os recursos naturais e se adequa as condições climáticas do ambiente.
Saiba mais: https://migre.me/t4qjO
Foto: Thorncrown.com
julho 2016 | Desmatamento
É economicamente viável parar de derrubar árvore. R$ 5,2 bilhões por ano bastam para que os produtores rurais conservem a vegetação nativa de suas terras.
Parece muito, mas uma equipe de economistas da UFRJ botou tudinho na ponta do lápis.
E descobriu que sai mais barato preservar do que consertar os futuros estragos ao meio ambiente.
O investimento salvaria 205 mil quilômetros quadrados de floresta e evitaria que 5,6 bilhões de toneladas de gás carbônico chegassem à atmosfera.
É ou não é um bom negócio?
Via Observatório do Clima
Foto: Greenpeace/Daniel Beltra
Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/desmate-zero-e-viavel-dizem-economistas/