março 2018 | Agronegócio, Rios
Damos pouco valor à nossa maior riqueza. O Brasil é depositário de 20% da água potável do mundo, mas gastamos em média seis litros para gerar R$ 1 no PIB do país. E segundo o IBGE, quem mais gasta é justamente quem menos rende: o agronegócio.
O setor gera R$ 11 para cada mil litros. O desperdício no setor é grande: pode chegar a 80% em perdas por evaporação. Em nome de que não procuramos formas de não jogar tanta água – e dinheiro – fora?
Via G1
Foto: Fabrimar
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setembro 2015 | Alternativas Energéticas
Enquanto manchetes da crise econômica nos apresentam um futuro sombrio, alguns setores da economia surgem como uma luz no fim do túnel.
E, nesse caso, a luz vem do vento.
O Brasil finalmente está começando a explorar o seu imenso potencial eólico e o resultado disso pode ser traduzido em números: “40 mil empregos gerados, 11 fábricas instaladas – com demanda crescente de mão de obra especializada – e R$ 6 bilhões de investimentos previstos por conta dos leilões de energia já realizados.”, segundo artigo do jornalista André Trigueiro, no G1.
E se a crise serve para alguma coisa é para nos mostrar que os modelos de desenvolvimento estão mudando.
novembro 2016 | Alternativas Energéticas, Amazonas, Belo Monte, catastrophe ambiental, Desmatamento, Tapajós
A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, foi superfaturada em pelo menos R$ 3,2 bilhões.
O sobrepreço apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) é de cerca de 10% do custo total da obra, que chegou a R$ 33 bilhões.
Belo Monte é um desastre anunciado por todos nós desde novembro de 2011. A extensão de seus danos ainda está sendo calculada.
Mas já ficou provado que a política energética deve se afastar das hidrelétricas e se aproximar das fontes limpas, como a eólica e a solar.
Via Valor Econômico
Foto: Marizilda Cruppe
Saiba mais: https://www.valor.com.br/empresas/4768625/obra-de-belo-monte-custou-r-32-bi-mais
setembro 2015 | Alternativas Energéticas
Segundo a InfoAmazonia, o número de alertas de desmatamento na Amazônia subiu 68% entre agosto de 2014 e julho de 2015, em relação ao mesmo período entre 2013 e 2014.
E o número, que já é o maior dos últimos 6 anos, ainda pode aumentar.
A conta funciona mais ou menos assim, quanto menos terras indígenas são homologadas mais partes da floresta são destruídas.
Ainda acha que não tem nada a ver com isso? É melhor pensar de novo.
Via: Observatório do Clima
Foto: Greenpeace Brasil
março 2018 | Mudanças Climáticas
A costa leste dos Estados Unidos está soterrada sob a neve e a culpa é do calor. Um estudo publicado no Nature Communications, baseado numa análise de dados dos últimos 65 anos, relaciona diretamente as temperaturas cada vez mais quentes no Ártico – até 10°C acima da média do inverno – com o aumento do frio no país.
“As mudanças climáticas estão levando as baixas temperaturas do Polo Norte para regiões temperadas. É um fenômeno anunciado, severo e perigoso”, disse Jennifer A. Francis, física atmosférica da Universidade Rutgers, uma das autoras do estudo. Tá quente? Tá frio!
Via Observatório do Clima
Foto: Robert Ray/AP
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