março 2017 | Alternativas Energéticas
Medidas sustentáveis podem render até US$ 2 trilhões anuais para a economia do planeta, segundo um novo relatório da ONU.
Mas para garantir essa bolada em verdinhas, é preciso reciclar e racionalizar o uso de recursos naturais e de energia.
Ou seja, cuidar melhor do meio ambiente é fundamental para que a fórmula dê certo.
Caso contrário, o lucro vira um baita prejuízo: o uso anual de recursos per capita pode crescer 70% até 2050, e isso certamente vai agravar a escassez de água, a poluição, o desmatamento e a perda de biodiversidade.
Vamos com a primeira opção? Melhor para o clima e para a economia.
Via: Exame
Foto: Organic News Brasil
Saiba mais: https://exame.abril.com.br/economia/melhor-uso-de-recursos-naturais-renderia-us2-tri-para-economia/
setembro 2017 | Alternativas Energéticas
O presidente Temer foi à ONU com um discurso tão verdadeiro quanto uma nota de R$ 3,00 (três reais): o desmatamento na Amazônia tinha caído mais de 20%. Foi desmentido por sua própria fonte, o Imazon. “Estes não são dados oficiais. Os dados do governo ainda não foram divulgados e parece que o presidente está comparando dados oficiais do ano passado com os nossos, de agora, sendo que as metodologias são totalmente diferentes”, disse o engenheiro florestal Paulo Barreto, pesquisador associado do instituto. Como se diz hoje em dia, o governo aderiu ao uso da pós-verdade – a popular cascata.
Não é a primeira vez que ele dá uma de joão-sem-braço: os vetos às MP 756 e 758, que reduziam as áreas de reservas de floresta, como a de Jamanxim, foram somente para norueguês ver. O anúncio foi feito às vésperas da viagem do presidente à Noruega e o ministro de Clima e Meio Ambiente do país, Vidar Helgesen, havia feito críticas contundentes à política ambiental brasileira. De nada adiantou: a Noruega cortou pela metade os R$ 400 milhões do Fundo Amazônia, destinado à preservar a floresta.
Tudo isso em retribuição aos votos da bancada ruralista no Congresso Nacional, que, afinal, tem garantiu a sua promoção à Presidência e tem garantido a sua permanência no Palácio do Planalto. Para o agronegócio é tudo à vera: assim que assumiu, Temer recebeu uma pauta de reivindicações dos ruralistas. Dos 17 pontos que consideraram prioritários, 13 já foram atendidos. E muitas vezes usando como argumento a lorota-mor: a de que tem terra demais para índio de menos.
Estufam o peito para dizer que os Territórios Indígenas (TIs) ocupam 13% do território nacional (106 milhões de hectares), mas omitem que 37% (318 milhões de hectares) são ocupados por grandes propriedades. E que proporcionalmente, tem muito menos gente vivendo nessas terras. A maior parte das TIs está na Amazônia Legal, onde vive cerca de 55% da população indígena do país. Nas demais regiões, eles se espremem em pequenas áreas, entre cidades e fazendas, sem as mínimas condições de manter seu modo de vida. E é justamente nessas regiões acontecem os maiores conflitos fundiários e disputas pela terra. Então, quando o governo anuncia que vai revogar a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), a gente fica ressabiado. Por outro lado, é uma demonstração da força de nossa união: conquistamos essa vitória porque não passamos recibo.
Saiba mais:
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novembro 2015 | Alternativas Energéticas, Mudanças Climáticas
Estamos na contagem regressiva para a conferência internacional do clima em Paris, o encontro que vai traçar uma estratégia global contra as mudanças climáticas.
E, o que for decidido pelos líderes mundiais lá, vai afetar a vida de todos nós aqui.
Para te ajudar a entender melhor o novo modelo de baixo carbono, toda a rede Gota vai fazer um mutirão pré-COP21 com fatos e curiosidades da economia verde.
Afinal de contas, se o clima está mudando, não dá mais para a gente continuar fazendo tudo igual.
#AtitudePeloClima é participar das decisões que definem o nosso futuro.
Venha fazer parte dessa onda!
https://www.atitudepeloclima.org
março 2017 | Mudanças Climáticas
O incrível polo que derreteu. O fotógrafo sueco Christian Åslund, do Greenpeace, comparou fotos de geleiras do Ártico feitas por ele em 2002 com outras tiradas no início do século XX, cedidas pelo Instituto Polar Norueguês. O resultado, como se vê, é de gelar a espinha.
A intenção de Åslund foi promover a #MyClimateAction, campanha da revista National Geographic sobre as mudanças climáticas, e protestar contra a exploração de petróleo na região.
Estamos entrando numa fria – quer dizer, numa quente.
Via Hypeness
Saiba mais: https://www.hypeness.com.br/2017/03/sete-imagens-impressionantes-mostram-o-que-100-anos-de-aquecimento-global-fizeram-com-as-geleiras-do-artico/
junho 2016 | Amazonas, Belo Monte, catastrophe ambiental, Desmatamento, Direitos indígenas
Uma mova ameaça paira sobre o Rio Xingu.
E ainda mais assustadora: é o fantasma de Mariana chegando ao coração da Amazônia.
A canadense Belo Sun planeja extrair 150 toneladas de ouro da região.
A empresa vai usar cianeto para retirar o minério das rochas. É uma substância altamente tóxica.
Um dos engenheiros que elaboraram o relatório atestando que o projeto é seguro, também assinou o laudo que garantia a estabilidade da barragem de Fundão, em Mariana.
Samuel Loures foi indiciado por homicídio.
E a própria empresa admite num relatório que o risco de rompimento da barragem é alto.
A denúncia é do “Fantástico”.
Foto: Lilo Clareto/El País
Assista à reportagem: https://g1.globo.com/fantastico/videos/t/edicoes/v/mineradora-de-ouro-as-margens-do-rio-xingu-pode-causar-danos-ao-ambiente/5105311/