Todos no mesmo barco.

Todos no mesmo barco.

#AtitudePeloClima – Todos no mesmo barco.
A regra é clara: se continuarmos a jogar gases do efeito estufa na atmosfera como se não houvesse amanhã, o nosso futuro vai ser assustador.
Pelo menos nisso, os mais de 190 líderes mundiais reunidos na #COP21 concordam.
Agora, só falta conseguir um acordo em que todos se comprometam a diminuir as suas emissões drasticamente e garantir que todas as propostas serão, de fato, realizadas.
Difícil?
Com certeza, menos do que enfrentar as consequências das mudanças climáticas.
Se queremos mudar o mundo, precisamos de todo mundo.
Tome uma #AtitudePeloClima agora e mande o seu recado: https://www,atitudepeloclima.org

ICMBio a salvo

ICMBio a salvo

Hoje é festa na floresta: o governou recuou de fazer uma indicação política para a presidência do ICMBio e nomeou um funcionário de carreira para o cargo. Paulo Henrique Marostegan e Carneiro é engenheiro florestal e era o favorito dos funcionários do órgão para ocupar o posto.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é o órgão do governo responsável por cuidar de nossas Unidades de Conservação. Ou seja, não é lugar para amadores. Cada macaco no seu galho.

Via O Eco

Foto: Stmed

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Saneamento básico pode dar lucro

Saneamento básico pode dar lucro

De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, a universalização do saneamento básico traria ao país benefícios que superariam os R$ 500 bilhões em 20 anos, levando em consideração saúde, valorização imobiliária e ambiental e turismo.

Apenas metade dos brasileiros tem saneamento básico. Ou seja, mais de 100 milhões de pessoas jogam seus dejetos em fossas ou até mesmo diretamente nos rios. 

Este prazo de 20 anos é baseado no Plano Nacional de Saneamento Básico, elaborado pelo governo federal em 2014 propondo metas de investimento para o setor no período entre 2015 e 2035. Porém, se os investimentos no setor continuarem seguindo o mesmo ritmo dos últimos 10 anos, o país precisaria de pelo menos o dobro do tempo para atingir a universalização.

Via: G1

Foto: Portal do Saneamento Básico

Saiba mais em: https://g1.globo.com/economia/noticia/universalizacao-do-saneamento-traria-r-537-bi-ao-pais-em-20-anos-diz-estudo.ghtml

Onda de violência precede julgamento quilombola

Onda de violência precede julgamento quilombola

O julgamento que pode decidir o futuro das comunidades quilombolas foi remarcado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o dia 18. A ADI 3239/2004, que questiona o seu direito de posse de suas terras tradicionais, chega ao STF em meio a uma onda de violência sem precedentes: foram 14 assassinatos este ano, 10 deles na Bahia.

Seis dos mortos eram lideranças que estavam à frente da luta pela terra, como Flávio Gabriel Pacífico dos Santos, o Binho do Quilombo, assassinado em 19 de setembro. Mas ao menos hoje, eles têm o que comemorar: o deputado Jair Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por ter se referido a quilombolas e negros de forma desrespeitosa e racista num evento público no Rio de Janeiro. Respeito é bom, e todos merecem e gostam.

Via Instituto Socioambiental – ISA

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E demonstre o seu apoio assinando e compartilhando a petição.

Sem licença para Belo Sun

Sem licença para Belo Sun

O Tribunal Regional Federal do Pará, a pedido do Ministério Público Federal, suspendeu a licença de instalação da mineradora canadense Belo Sun na Volta Grande do Xingu, no Pará. O motivo é que a empresa não apresentou estudos válidos do impacto do projeto sobre os povos indígenas da região. A meta da Belo Sun é instalar no local, que fica na mesma região afetada pela usina hidrelétrica de Belo Monte, a maior mina de ouro a céu aberto do Brasil.

As etnias Arara e Juruna serão afetadas pelo empreendimento e o estudo de impactos apresentado à Funai pela companhia foi considerado inapto, por não conter nenhum dado coletado dentro das áreas indígenas e por não ter sido realizada consulta prévia aos índios.

Esta é a segunda decisão judicial que suspende a licença de instalação da Belo Sun. O projeto está bloqueado também pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará, por causa de irregularidades fundiárias cometidas na aquisição de terras para a instalação. Ou seja, a instalação da mineradora está suspensa em duas instâncias: na Justiça Estadual e na Justiça Federal.

Mas a luta ainda não está ganha. Não podemos esmorecer: Belo Sun, não!

Via MPF

Foto: Ver o Fato

Saiba mais: https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/noticias-pa/trf1-suspende-licenca-de-instalacao-da-mineradora-canadense-belo-sun-no-xingu

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