Mudanças climáticas

Deram cabo na água

Deram cabo na água

Até a última gota: com 3,5 milhões de habitantes, a Cidade do Cabo pode ser a primeira metrópole do mundo a esgotar totalmente suas reservas de água. E isso pode acontecer nos próximos três meses.

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Sobe o avião e a temperatura

Sobe o avião e a temperatura

Daqui de baixo mal se vê, mas a aviação comercial está causando um furdunço no clima. E não só pelas emissões de CO2, como também por causa do óxido de nitrogênio, do vapor d’água, das trilhas de condensação e das alterações das nuvens, que estão ajudando a fazer subir a temperatura.

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Nova York contra as mudanças climáticas

Nova York contra as mudanças climáticas

É guerra: Nova York toma uma decisão histórica e vai entrar na Justiça contra as maiores petrolíferas do mundo, por causa dos efeitos das mudanças climáticas. A cidade também vai tirar dinheiro que investiria na indústria de combustíveis fósseis. Nova York foi atingida pelo furacão Sandy em 2012 e tem sido vítima de constantes inundações.

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Ano novo, camada de ozônio nova

Ano novo, camada de ozônio nova

A primeira semana de 2018 terminou com uma boa nova: a Nasa anunciou que cientistas conseguiram demonstrar que a destruição da camada de ozônio está diminuindo. Medições feitas por satélite comprovam que a proibição do uso de clorofluorocarbonetos (CFCs) foi fundamental.

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Imigrantes do clima

Imigrantes do clima

Esse mundão de meu Deus pode ficar pequeno demais para nós todos. As mudanças climáticas podem obrigar a Europa a receber até um milhão de novos imigrantes por ano. Ondas de calor, inundações e a elevação do nível dos mares podem tornar inabitáveis muitas regiões do globo – e até mesmo fazerem países desaparecerem.

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Sermão ambiental

Sermão ambiental

O Papa não tem papas na língua – ao menos quando se trata da questão ambiental. Em sua visita à Colômbia, o Sumo Pontífice, defensor incansável da causa indígena e da natureza, até apelou para a parábola, mas foi duro ao criticar as pessoas que negam mudanças climáticas: “O homem é estúpido, é um teimoso que não vê. É o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra”.

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Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Quando a ciência convencional se soma aos saberes dos povos tradicionais todos saem ganhando – inclusive o clima do planeta. O Projeto Bem Diverso, uma parceria entre o a Embrapa e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), une conhecimentos acadêmicos e populares contra as mudanças climáticas.

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O clima está ruim para todo mundo

O clima está ruim para todo mundo

O clima está ruim para todo mundo: enquanto a tempestade Harvey devasta o Texas, nos Estado Unidos, a Europa bate recordes de calor, Serra Leoa chega a mais de mil mortos em deslizamentos e enchentes, no Brasil 1.296 cidades estão em estado de emergência, seja pela chuva ou pela seca, e Nepal (foto), Índia, Bangladesh estão debaixo d’água. E dessa vez não tem El Niño, La Niña ou nenhum outro fenômeno natural como desculpa.

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Carbono dá sede

Carbono dá sede

Um estudo publicado na revista Nature Climate Change revelou que o excesso de CO2 na atmosfera fez aumentar a demanda por água em lavouras que estão na base de nossa alimentação: soja, milho, arroz e trigo. Hoje, uma plantação de um hectare consome diariamente cerca de 5 mil litros de água a mais do que consumia diariamente em 1958.

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Um bilhão em dois anos

Um bilhão em dois anos

Um bilhão de exemplos. Este foi o número de árvores de árvores que os paquistaneses plantaram em dois anos. Só lhes restam 3% de suas florestas originais. O Paquistão é um dos países que mais devem sofrer com as mudanças climáticas na Ásia. Daí a necessidade de tomarem uma atitude.

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MP do Trilhão: marcha-ré do desenvolvimento sustentável

MP do Trilhão: marcha-ré do desenvolvimento sustentável

Nunca é feito à luz do sol, até nisso há desperdício: a Câmara Federal aprovou na calada da noite a Medida Provisória 795/17, a MP do Trilhão, que concede mais benefícios fiscais à indústria petrolífera. Com isso, o país deixa de arrecadar R$ 40 bilhões por ano e engata mais uma vez a marcha-ré do desenvolvimento sustentável, além de dar as costas para o Acordo de Paris.

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Lúcifer inferniza a Europa

Lúcifer inferniza a Europa

Um calor dos infernos. A onda de altas temperaturas que vem castigando a Europa ganhou um nome à altura: Lúcifer. A Itália e os Balcãs são as zonas mais afetadas. Na Espanha, a temperatura pode chegar aos 44° C. E o pior é que Lúcifer deve continuar infernizando a vida dos europeus também nesta semana. Vamos rezar para São Pedro dar um refresco para os nossos irmãos do Hemisfério Norte.

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Paris pode não ser o bastante

Paris pode não ser o bastante

Nós sempre teremos Paris. Mas pode não ser o bastante. Mesmo que as metas do acordo climático assinado na capital francesa sejam cumpridas, as chances de conseguirmos manter o aumento da temperatura média do planeta em 1,5° C ou 2° C são muito pequenas. Ínfimas, até.

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Rio de Janeiro por água abaixo

Rio de Janeiro por água abaixo

A imagem acima pode deixar de ser meramente ilustrativa. Uma nova ferramenta desenvolvida pela Nasa tenta prever como 293 cidades portuárias do mundo – entre elas Rio de Janeiro, Recife e Belém – serão afetadas pelo derretimento das geleiras nas regiões continentais polares do mundo. Caso continuemos de braços cruzados, é bom o carioca ir preparando as galochas.

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Em clima de forno de microondas

Em clima de forno de microondas

Maio e junho em clima de forno de microondas. Segundo o último relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU para o clima, recordes de temperatura foram batidos na Europa, no Oriente Médio, no norte da África e nos Estados Unidos.

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Patrimônio Mundial em risco

Patrimônio Mundial em risco

Vamos ficar olhando Machu Pichu sumir do mapa? Dos 241 sítios naturais considerados Patrimônio Mundial pela Unesco, 62 estão ameaçados pelas mudanças climáticas. Além da cidade inca encravada nos Andes peruanos, podem desaparecer também as geleiras do Monte Kilimanjaro, as Ilhas Galápagos e a Grande Barreira de Corais da Austrália. No Brasil, o Pantanal é o mais ameaçado.

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As duas caras do Brasil na COP23

As duas caras do Brasil na COP23

O Brasil tem duas caras: da boca para fora, o discurso é o de um país preocupado com a preservação do meio ambiente, com os direitos dos povos tradicionais e com o desenvolvimento sustentável. Na prática, porém, o Governo tem promovido sistematicamente retrocessos nessas áreas, ferindo, inclusive, a própria Constituição brasileira.

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Um Distrito Federal à deriva

Um Distrito Federal à deriva

Tem um iceberg do tamanho do Distrito Federal à deriva no oceano. Se ele derreter, vai tudo por água abaixo, pois o nível do mar pode subir 10cm; felizmente, a possibilidade de isso acontecer (ainda) é muito pequena.

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Hora de reajustar o termostato

Hora de reajustar o termostato

Vamos começar amenizando o clima: o levantamento anual do Global Carbon Project, divulgado na COP 23, mostra que o desenvolvimento sustentável é possível: 22 países, vêm conseguindo aliar crescimento econômico e redução de emissões de CO2. A má notícia é que, estável há três anos, o nível de CO₂ liberado na atmosfera está subindo. Ou seja: ou começamos a reajustar o termostato ou as metas o Acordo de Paris vão pelos ares.

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Sombras sobre o planeta

Sombras sobre o planeta

Sombras ameaçadoras pairam sobre o planeta. Há 25 anos, cientistas do mundo todo lançaram um alerta sobre os perigos para o meio ambiente. Hoje, foi divulgada uma atualização do documento, que diz que a situação está ficando “muito pior”.

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Recorde sombrio

Recorde sombrio

Batemos mais um recorde: a concentração de CO₂ na atmosfera atingiu a 410 partes por milhão em abril. Nos 250 mil anos de existência do Homo sapiens, nunca havíamos chegado perto desse valor. Há 60 anos, quando começaram as medições, estávamos em 315 ppm. Segundo as evidências, a última vez o carbono bateu os 400 ppm foi há 3,5 milhões de anos.

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Invasão na Antártida

Invasão na Antártida

O aumento de tamanho da zona habitável do continente (hoje, 0,5% de sua área) levará espécies invasoras à região, podendo causar a extinção das nativas. Duas espécies endêmicas, o pinguim-imperador e o pinguim-de-adélia, já começam a migrar de habitat.

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