outubro 2016 | Alternativas Energéticas, catastrophe ambiental
Foi aprovada, na madrugada de hoje, a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal – que alívio. Seu objetivo é reduzir em 85% o uso de gases HFC em todo o mundo até 2047.
Trata-se da medida mais efetiva para frear o aquecimento global no curto prazo.
Com ela, evitaremos a emissão de 80 bilhões de toneladas de equivalentes de CO2 e quase 0,5° C em aumento da temperatura média global até o fim do século.
A aprovação da Emenda de Kigali é digna de celebração. Mas seu cumprimento só virá com ações ambiciosas.
Que comecem já!
outubro 2016 | Alternativas Energéticas, catastrophe ambiental
O Brasil se alinhou a países como China, Argentina e África do Sul na defesa de uma emenda mais ambiciosa ao Protocolo de Montreal. Entretanto, a proposta deste bloco ainda não é a ideal.
Para reverter o aquecimento global é preciso agir rápido e com firmeza!
Saiba o que está em jogo nesta entrevista do ambientalista Délcio Rodrigues ao jornal “O Globo”: https://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/delcio-rodrigues-fisico-ambientalista-ha-muita-necessidade-social-para-ficarmos-parados-20275320
julho 2018 | Mudanças Climáticas
Os estragos vistos de cima. A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria para monitorar os impactos da atividade humana no planeta. O objetivo é fornecer subsídios para que governos e entidades invistam com mais segurança em políticas e projetos ambientais.
A princípio, o trabalho será focado em ecossistemas relacionados à água doce, como florestas, montanhas, rios, pântanos, aquíferos e lagos, que abrigam 10% das espécies conhecidas. Será que vendo as coisas de um novo ângulo a gente entenda a importância da proteção do meio ambiente?
Via ONU Brasil
Foto: Pexels
Saiba mais
outubro 2016 | Alternativas Energéticas, catastrophe ambiental
Está acontecendo em Ruanda uma reunião internacional que vai definir o futuro do planeta.
Na cidade de Kigali, as nações signatárias do Protocolo de Montreal vão incluir uma emenda ao tratado sobre o uso do gás HFC em aparelhos de refrigeração.
Dependendo do seu grau de ambição, essa emenda poderá ser um fator determinante para reduzir o aquecimento global.
E qual será o nosso papel das negociações? “O Brasil trabalha para que se logre emenda ambiciosa em Kigali”, assegurou ao jornal “Valor Econômico” Everton Lucero, secretário de mudanças climáticas do Ministério do Meio Ambiente.
Que essa vontade realmente nos guie.
Leia a reportagem do “Valor Econômico”: https://bit.ly/2e0OQf1
E saiba mais sobre o assunto neste artigo de Stela Hershmann, Durwood Zaelke e Fabio Feldmann para o jornal “Folha de S. Paulo”: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/10/1821132-o-brasil-na-lideranca-em-favor-do-planeta.shtml
outubro 2016 | Alternativas Energéticas, catastrophe ambiental
A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) já manifestou o seu apoio à aprovação de uma emenda mais ambiciosa ao Protocolo de Montreal, como a proposta em Nova York por mais de cem países, em setembro. Falta o governo brasileiro fazer o mesmo.
Se além de as nações signatárias se comprometerem quanto antes com a eliminação dos HFCs dos aparelhos de refrigeração, também investirem em tecnologias com maior eficiência energética, o ganho será enorme.
E não apenas para o meio ambiente.
O padrão de Performance Energética Mínima para aparelhos de ar condicionado no Brasil é de 2,6 W/W; no Japão, é mais de 6,5 W/W e na China, 6 W/W.
Adotando padrões próximos a estes países, o Brasil economizaria, até 2050, o equivalente à capacidade de geração de energia de 92 a 216 usinas de 500 MW.
A reunião para definir as metas da emenda começou hoje, em Kigali, Ruanda.
E aí, Brasil, vamos apresentar uma proposta ainda mais audaciosa?