Seca na Amazônia

Seca na Amazônia

A seca da Amazônia em 2014 e 2015 foi mais um reflexo das mudanças climáticas.

Este é um dos 79 eventos extremos entre 2011 e 2015 analisados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Há cada vez mais evidências relacionando ondas de calor, secas severas e chuvas intensas a alterações no clima pelo aquecimento global.

Apresentado na COP22, em Marrakesh, esperamos que o estudo leve os negociadores da conferência a costurarem ações urgentes e ambiciosas para o nosso planeta.

Via Zero Hora

Foto: Ana Cintia Gazzelli/WWF

Saiba mais: https://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2016/11/eventos-extremos-estao-cada-mais-relacionados-com-mudancas-climaticas-diz-estudo-8207179.html

Tapajós- o próximo grande equívoco e o último rio livre.

Tapajós- o próximo grande equívoco e o último rio livre.

Repetindo os mesmos erros de Belo Monte, as 40 hidrelétricas previstas para o Rio Tapajós ignoram os impactos socioambientais e ameaçam uma das áreas mais preservadas da floresta Amazônica.
Enquanto lideranças indígenas lutam para evitar que as suas terras sejam alagadas e organizações socioambientais alertam para os riscos da obra, o projeto segue como prioridade na agenda do Governo.
Leia a reportagem do g1 sobre o estudo feito pelo Greenpeace Brasil e entenda o que realmente está em jogo:
https://migre.me/rEXyK

Foto:Praias banhadas pelo Rio Tapajos em Santarem PA
( ©Ricardo Siqueira/Argosfoto)

Uma gota do PIB para a água

Uma gota do PIB para a água

Basta uma gota: com 0,3% do seu PIB ao ano, os países da América Latina garantiriam acesso a água potável e a coleta e tratamento de esgoto para todos os cidadãos até 2035. É só começar o quanto antes.

Já para garantir segurança hídrica para todos os habitantes do planeta, sairia por US$ 650 bilhões por ano. A estimativa é do Conselho Mundial da Água (CMA) e foi divulgada no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. Pode parecer muito, mas os gastos militares no mundo foram de US$ 1,69 trilhão em 2016, cerca de 2,5% do PIB global. Além de tudo, sai mais barato investir na vida.

Via Valor Econômico

Foto: Pixabay

Saiba mais

Os Indígenas e o clima

Os Indígenas e o clima

Você sabia que as terras indígenas são as principais aliadas do Brasil na luta contra as mudanças climáticas?
Segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Amazônicas em parceria com a Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), os territórios indígenas na Amazônia brasileira representam uma reserva de cerca de 13 bilhões de toneladas de carbono (46,8 bilhões de toneladas de CO2) – 30% do que existe estocado na floresta.
O relatório estima que as comunidades indígenas na Amazônia terão sido responsáveis por evitar a emissão de 431 milhões de toneladas de CO2 desde 2006 até 2020, graças à proteção dos estoques de carbono em suas terras.
Pois é, os índígenas estão cuidando do nosso clima.
E a gente, o que está fazendo por eles? https://www.facebook.com/movimentogotadagua/photos/a.129796390453180.17937.126497567449729/697551397011007/?type=3&theater

Guardiões da floresta

Guardiões da floresta

Especialistas comprovam a eficácia das terras indígenas para frear o desmatamento. Melhor do que deixar a floresta desabitada é ocupá-la com sabedoria e responsabilidade. Através de conhecimentos tradicionais acumulados por milhares de anos, os indígenas aprenderam a manejar os recursos naturais sem colocar em risco o ambiente. Com um uso sustentável dos recursos, eles vivem em perfeita harmonia com o rio e a floresta.

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