A Amazônia continua encolhendo

A Amazônia continua encolhendo

Em 2015, a floresta perdeu 665,6 mil m² de verde por hora, o que dá mais de uma Copacabana.

Ao todo, foi desmatada no ano passado uma área de 5.831 km², o que dá quase toda a Grande São Paulo. Mato Grosso e Pará são os estados mais afetados.

Às vezes não dá tanto na vista porque as áreas desmatadas não são contínuas, mas espalhadas em pequenos focos. Mas se continuarmos neste ritmo, esses focos um dia vão se juntar num grande deserto.

O site Nexo preparou uma série de gráficos que ilustram bem o tamanho do problema.

Saiba mais: https://migre.me/tFqZ6

Foto: Meio Ambiente Rio

Brasil faz feio na Copa do Saneamento

Brasil faz feio na Copa do Saneamento

Se a Copa do Mundo fosse de saneamento básico, o Brasil cairia na próxima fase. O país perderia para o México de 68% a 71,5% de domicílios atendidos. Nesta competição, perderia para seleções que já se despediram, como Coreia do Sul (99,0%), Egito (79,5%), Austrália (87,0%) e Tunísia (83,5%).

O campeão seria o Japão, com 99,5%. Com a Alemanha fora, mesmo que não ganhe a Copa da Rússia, o Brasil continuará o único pentacampeão. Vamos buscar a taça do saneamento também?

Via CicloVivo

Foto: Videblocks

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Brasil deve ter nota baixa na COP23

Brasil deve ter nota baixa na COP23

O Brasil deve ficar de castigo na próxima Conferência do Clima da ONU (COP23), que marcada para novembro, na Alemanha. O país não tem feito sua lição de casa e nem vitórias como as de anteontem dos povos indígenas no STF vão fazer sua nota subir o bastante. 

O Brasil já havia levado bomba na COP de 2016, por causa do aumento de 24% do desmatamento na Amazônia em 2015 e da violência no campo. Agora não deve ir nem para a recuperação, com uma taxa de 30%, a pior desde 2008. E essa liquidação de direitos e terras que o governo vem fazendo não está passando despercebida. Além da nota baixa no boletim, o país pode ficar sem a merenda, pois além de reprimendas, possivelmente virão as sanções econômicas.

Via DW Brasil

Foto: Paulo Pereira/Greenpeace

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Carbono dá sede

Carbono dá sede

Carbono dá sede. Um estudo publicado na revista Nature Climate Change revelou que o excesso de CO2 na atmosfera fez aumentar a demanda por água em lavouras que estão na base de nossa alimentação: soja, milho, arroz e trigo. Hoje, uma plantação de um hectare consome diariamente cerca de 5 mil litros de água a mais do que consumia diariamente em 1958.

“Se somarmos o clima mais quente às chuvas escassas e ao carbono em excesso temos uma equação muito desfavorável às plantações”, explica um dos autores do estudo, o climatologista Daniel W. Urban, da Universidade Stanford. O tempo está fechando e isso não é sinal de chuva – só os ruralistas não entenderam ainda.

Via Observatório do Clima

Foto: Acquagreen

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Um bilhão em dois anos

Um bilhão em dois anos

Um bilhão de exemplos. Este foi o número de árvores que os paquistaneses plantaram em dois anos. Só lhes restam 3% de suas florestas originais. O Paquistão é um dos países que mais devem sofrer com as mudanças climáticas na Ásia. Daí a necessidade de tomarem uma atitude.

O projeto chamado de Billion Tree Tsunami quer recuperar as florestas devastadas nas últimas décadas e o plantio foi feito na província de Khyber Pakhtunkhaw. Que esse tsunami verde tome todo o planeta.

Via Conexão Planeta

Foto: WWF

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