Reduzir o desmatamento rende bilhões

Reduzir o desmatamento rende bilhões

Que tal lucrarmos 70 bilhões de dólares até 2030? Para isso precisamos reduzir o desmatamento e, assim, ganharmos créditos de carbono florestais.

Mas o que significa isso? A partir de 2020, quando o Acordo de Paris entrar em prática, o Brasil poderá usar suas florestas como commodities, ou seja, matéria prima. Mas para isso precisamos ter florestas de pé. Assim, cumprimos nossas metas no Acordo e ainda lucramos.

O estudo foi feito pela Environmental Defense Fund (EDF), baseado em estimativas de preços futuros do carbono. Uma das importantes fontes de receita dessa equação é o REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal).

Esse mecanismo foi criado para recompensar financeiramente países em desenvolvimento por seus resultados de redução de emissões de Gases de Efeito Estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal. Entre eles estão a conservação e o aumento de estoques de carbono florestal e o manejo sustentável de florestas.

Os pagamentos são realizados de acordo com o volume de redução que a atividade promoveu, medidos em toneladas de CO2.

Via: Época

Saiba mais em: https://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/06/reducao-do-desmatamento-pode-render-beneficios-de-us-70-bilhoes-ate-2030.html

Foto: Mundo Estranho

A energia do Tapajós vem do sol!

A energia do Tapajós vem do sol!

O astro-rei não perde a majestade na terra dos Mundurukus.
Ele dá vida à floresta e pode ajudar a preservá-la.
Usinas solares podem ser uma alternativa à construção de hidrelétricas no rio – que, não custa lembrar, é o último afluente da margem direita do Amazonas a correr livre.
O Greenpeace Brasil e a Fundação Empowered by Light implataram projetos-piloto em duas aldeias da Terra Indígena Sawré Muybu.
Os painéis fotovoltaicos vão fornecer energia para uma escola e freezers comunitários. E mais importante do que isso: servirão de exemplos a serem seguidos.
Via Greenpeace Brasil
Saiba mais: https://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Energia-solar-brilha-para-o-povo-Munduruku/

Biodiversidade assombrosa

Biodiversidade assombrosa

A Amazônia tem 12 mil espécies diferentes de árvores. Isso mesmo: DOZE MIL. E estamos falando apenas das conhecidas.
Nenhum outro lugar da Terra chega perto deste número.
É o que aponta um estudo que acaba de ser publicado na revista Scientific Reports.
Segundo os pesquisadores, ainda há mais 4 mil espécies desconhecidas na região a serem catalogadas.
Mais espantoso do isso só o nosso descaso por tamanha riqueza.
Via O Globo
Foto: Nasa
Saiba mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/estudo-identifica-quase-12-mil-especies-de-arvores-na-amazonia-19711895

Queima total de florestas

Queima total de florestas

A concessão de terras no Brasil realmente parece um feirão. Um estudo divulgado pela USP aponta que a agropecuária ganhou mais de 40 milhões de hectares que foram desmatadas ilegalmente no passado. A anistia dos crimes ambientais se deu com a alteração da lei principal do Código Florestal.

É uma área maior que Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará juntos.

Esse número deve aumentar ainda mais com as Medidas Provisórias (MPs) aprovadas nesta semana pelo Senado que reduz mais de 800 mil hectares da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica.

O Ministério do Meio Ambiente encaminhou as MPs para a sanção do presidente Michel Temer mas com recomendação que ele vete as alterações do texto principal que prejudicam a implantação das políticas para conter o desmatamento na Amazônia.

Via: Estadão

Saiba mais em: https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,mudanca-do-codigo-florestal-anistiou-41-milhoes-de-hectares,70001812607

Foto: Bruno Kelly

 

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Desmatamento cai, mas floresta também

Desmatamento cai, mas floresta também

O governo anunciou a redução da taxa de desmatamento na Amazônia como um golaço, mas a floresta continua perdendo de 7 x 1 para a motosserra. A redução de 16% em relação ao ano passado ainda dá um buraco equivalente a mais de quatro cidades de São Paulo. “A queda de 16% em 2017 não compensa a subida de mais de 50% nos dois últimos anos”, diz Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima.

E o número, 6.624 km², ainda é 70% maior do que determina a lei brasileira de clima, que diz que o desmatamento precisa cair para 3.900 km² até 2020. E a redução não se deveu à política do governo, mas a outros fatores. Até porque o bombardeio de Temer e da bancada ruralista contra os direitos dos povos tradicionais e as áreas de preservação continua forte.

Foto: Esquerda Diário

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