janeiro 2018 | Indigenous rights
A seat of knowledge: The number of indigenous students in universities has been growing substantially. Between 2015 and 2016, the increase was 52.5%. At the University of Brasilia (UnB), there are currently 142 students of different ethnicities and 38 more were approved in the last university entrance exams.
The figures are from the National Institute of Studies and Educational Research Anísio Teixeira (Inep). They know they can and have to learn from us; we should have the wisdom to consider the same when it comes to them.
Via Portal Amazônia
Foto: Philipe Bastos/Seduc
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outubro 2016 | Alternativas Energéticas
Um equipamento desenvolvido nos EUA promete gerar água potável a partir da força do vento.
O WaterSeer, feito para instalação no solo, consiste em uma pequena turbina eólica, filtros, um condensador e um reservatório.
No operação, o ar externo é direcionado à câmara de condensação do equipamento e se transforma em água.
Em situações ideais, é possível produzir até 37 litros por dia.
Um oásis para deserto nenhum botar defeito.
Saiba mais: https://ciclovivo.com.br/noticia/painel-solar-giratorio-gera-20x-mais-energia-que-paineis-comuns/
Foto: Divulgação
Via: CicloVivo
janeiro 2018 | Agronegócio
Subsídio mortal. Os dados são da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Ministério da Saúde: em 2017, foram registrados 4.003 casos de intoxicação por agrotóxicos em todo o país, quase 11 por dia, sendo que 164 pessoas morreram. Em dez anos esses números praticamente dobraram: foram 2.093 casos em 2007.
No ano passado, 157 pessoas ficaram incapacitadas para o trabalho por causa da intoxicação; outras tiveram câncer ou impotência sexual. Agora o Supremo Tribunal Federal julga uma ação para acabar com a isenção de impostos sobre agrotóxicos – zero de IPI desde 2011. O Brasil não é o maior consumidor do produto à toa. Mas o barato sai caro.
Via O Globo
Foto: Shutterstock
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julho 2018 | Mudanças Climáticas
Os estragos vistos de cima. A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria para monitorar os impactos da atividade humana no planeta. O objetivo é fornecer subsídios para que governos e entidades invistam com mais segurança em políticas e projetos ambientais.
A princípio, o trabalho será focado em ecossistemas relacionados à água doce, como florestas, montanhas, rios, pântanos, aquíferos e lagos, que abrigam 10% das espécies conhecidas. Será que vendo as coisas de um novo ângulo a gente entenda a importância da proteção do meio ambiente?
Via ONU Brasil
Foto: Pexels
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janeiro 2018 | Alternativas Energéticas
O planeta está indo pro saco – e nós junto com ele. O plástico está por todos os lados, inclusive na água que bebemos. Um milhão por minuto: atualmente, consumimos garrafas de plástico nesta incrível velocidade. Só a Coca-Cola contribui com 3.400 por segundo. Calcula-se que desde os anos 1950 já foram produzidos 8,3 bilhões de toneladas de plástico. Deste total, somente 9% foi reciclado e 12%, incinerado. O resto está por aí, e pode levar até 600 anos para desaparecer. Mas pra onde ele foi? No meio do Oceano Pacífico tem uma pista: uma ilha de lixo do tamanho da França.
Mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é plástico. Só no litoral norte paulista, e apenas em 2016, quase mil tartarugas marinhas foram encontradas mortas por ingestão do material. O plástico tem causado doenças nos corais e quando vai parar no estômago do peixe, acaba chegando indiretamente ao nosso. Não tem para onde correr, o problema é incontornável. No Quênia, virou caso de polícia: o governo local aprovou uma lei que prevê mais de quatro anos de prisão ou o pagamento de uma multa de até R$ 120 mil para quem fabricar, vender ou usar sacolas plásticas. Que tal botar a cachola para funcionar para evitar medidas tão drásticas?
A China pôs meio mundo em polvorosa ao anunciar que não vai mais importar lixo plástico para reciclagem. Segundo o ONU, os chineses compraram 7,3 milhões de toneladas em 2016. O material veio principalmente de países ricos, como Japão e Estados Unidos, e equivale a 70% de todo o plástico descartado naquele ano. A Comissão Europeia apresentou este mês um projeto que prevê que todas as suas embalagens plásticas sejam recicláveis até 2030. A Europa produz por ano 25 milhões de toneladas de plástico e menos de 30% são recicladas. Costa Rica, Marrocos, Chile e os estados americanos do Havaí e da Califórnia também pretendem banir definitivamente o material de seus territórios nos próximos anos. As gigantes Unilever e Coca-Cola também anunciaram medidas de redução de danos.
Mas é preciso pensar em alternativas. Aqui mesmo no Brasil duas estudantes tiverem ideias sustentáveis para substituir o isopor nas bandejas de alimentos dos supermercados: a paranaense Sayuri Magnabosco criou embalagens feitas à base de bagaço de cana-de-açúcar, enquanto a mato-grossense Kemilly Barros preferiu usar o talo do buriti. E já existem sacolas feitas à base de mandioca que não só são biodegradáveis como também, comestíveis. Difícil vai ser ganhar a queda-de-braço com a indústria petrolífera, que não produz somente combustível, mas, também, plástico. Começar em casa, adotando medidas de consumo mais racionais e evitando o desperdício é um bom começo. Botar a boca no trombone e pedir providência a governos e empresas, idem. Afinal, cada gota conta.
Saiba mais:
Contato com plástico está provocando doenças em corais
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Mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é plástico, indica estudo
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UE quer acabar com plástico não reciclável
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Produzir ou usar sacolas plásticas no Quênia poderá levar à prisão
Um milhão de garrafas plásticas são compradas por minuto no mundo
Lixo matou mais de mil tartarugas no litoral Norte de SP desde 2016
Brasileira cria embalagem biodegradável à base de bagaço de cana-de-açúcar
Estudante cria bandejas sustentáveis feitas com talo de buriti para substituir o isopor