Mudanças climáticas X Saúde

Mudanças climáticas X Saúde

Doenças transmitidas por vetores sensíveis ao clima, como a malária, dengue e agora as causadas pelo vírus zyka são alguns dos exemplos de como as mudanças climáticas já estão afetando a saúde do brasileiro.
E aí, ainda acha que você não tem nada a ver com isso?
Tome uma #AtitudePeloClima agora e mostre que esse problema também é seu: https://www.atitudepeloclima.org.
#COP21 
Saiba mais: https://migre.me/skuHd

Veneno que vem do céu

Veneno que vem do céu

Ignorando pareceres técnicos, o presidente interino Michel Temer sancionou a lei que permite o uso de aviões para pulverizar inseticida sobre áreas urbanas.
A ideia é combater o mosquito Aedes aegypti.
Mas entidades como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Abrasco Divulga, Conass Nacional e Conasems- Conselho Nacional De Secretrias Municipais de Saude e o Conselho Nacional de Saúde consideram a medida perigosa e ineficaz.
Um dos inseticidas mais usados no país, o malation, foi classificado como “possível cancerígeno” pela Organização Mundial de Saúde.
Governos – todos eles – são provisórios, mas os danos causados por suas decisões podem ser permanentes.
Via UOL
Saiba mais: https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2016/06/28/temer-contraria-tecnicos-e-permite-aviao-jogar-inseticida-contra-dengue.htm

O sagrado vínculo entre as águas e os povos tradicionais

O sagrado vínculo entre as águas e os povos tradicionais

Sagrado. É assim que os povos tradicionais veem os rios. Os rios que alimentam também purificam e renovam. Mas para isso, eles precisam ser livres. No entanto, nossas águas são castigadas por agrotóxicos, fertilizantes, pelos esgotos sem tratamento e pelos metais despejados por grandes empresas, refinarias e garimpeiros ilegais. Passamos do mês da água para o mês dos indígenas, que sempre se dedicaram a cuidar dos nossos recursos naturais e que hoje lutam por seus direitos e buscam um diálogo maior com o governo federal.

Durante o Fórum Mundial da Água, realizado em março, em Brasília, o IBGE divulgou um estudo sobre a importância dela para o PIB. Segundo a análise, o Brasil consumiu o equivalente a 35,4 bilhões de caixas d’água (de 1 mil litros cada) para produzir o PIB do ano de 2015. Esse montante diz respeito a toda a água consumida por famílias, governo e empresas naquele ano para gerar os R$ 5,9 trilhões correspondentes ao PIB em valores correntes. Isso significa que, na média geral, para cada mil litros (m³) de água que consome, a economia brasileira gera R$ 169. Essa relação funciona como um indicador de eficiência hídrica, onde é mais eficiente quem consome menos água para gerar mais riqueza. O setor de eletricidade e gás foi o mais eficiente, gerando R$ 846 para cada m³ consumido. Já a agropecuária foi apontada como o setor menos eficiente no uso do recurso, gerando R$11 a cada mil litros consumidos.

Os setores econômicos captam água diretamente do meio ambiente para suas atividades: 95,7% da água usada nas indústrias de transformação e construção são captados diretamente da natureza. Praticamente o mesmo ocorre nas indústrias extrativas (99,3%) e na agropecuária (96,6%). Já entre as famílias, 91,1% da água vem das empresas de captação, tratamento e distribuição.

Encerramos o mês dedicado às águas e iniciamos o mês dedicado aos povos indígenas. Eles que trazem consigo conhecimentos profundos sobre nossas águas, que têm reverência pelos rios e sabem cuidar como ninguém da nossa natureza. Estes povos, tão importantes na nossa história, na nossa preservação e na tentativa de buscar um caminho para o futuro, se sentem ameaçados e acuados. Mais que isso: eles sentem na pele a falta de diálogo com um governo que adota medidas administrativas e jurídicas para restringir seus direitos.

Para dialogar sobre a situação dos povos tradicionais, principalmente os indígenas, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) convoca etnias do Brasil inteiro, organizações indigenistas e a sociedade civil, para a maior mobilização nacional do ano – o Acampamento Terra Livre (ATL) que será realizado em Brasília – DF, entre os dias 23 a 27 de abril de 2018.

Saiba mais:

Brasil consome o equivalente a 35,4 bi de caixas d’água para produzir PIB de um ano

Apib divulga a convocatória do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018

Legado do Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, é excelente

Ruralista come terra?

Ruralista come terra?

Teve um ex-ministro da Justiça aí que disse que ninguém come terra. Mas a fome da bancada ruralista é medonha. Sempre solícito com sua base de apoio, o presidente Temer se prepara para soltar uma MP para liberar o arrendamento de Terras Indígenas para o agronegócio.

Como a MP 759, que ficou conhecida como MP de Grilagem, esta pode ser uma forma de regularizar invasões. “Temer faz um bom negócio, pagando em terras indígenas pelos votos com que a bancada ruralista promete. O objetivo é legalizar crimes alheios para blindar os próprios”, declarou Marcio Santilli, fundador do Instituto Socioambiental – ISA. Até onde quer expandir suas fronteiras o agronegócio?

Via Estadão

Foto: Marcello Casal Jr.

Saiba mais

1 milhão em 2 dias

1 milhão em 2 dias

Governo reduz em apenas 2 dias mais de 1 milhão de hectares das Unidades de Conservação. “Após avanços significativos na redução da taxa de desmatamento e na demarcação de terras indígenas e criação de unidades de conservação na década passada – mantendo ao mesmo tempo forte crescimento econômico, safras recorde e geração de empregos –, o Brasil parece retroceder à década de 1980, quando era um pária internacional devido à destruição acelerada de seu patrimônio natural e à violência no campo”.

Este é um trecho da carta em protesto contra o ataque coordenado do Congresso Nacional e do governo de Michel Temer à proteção ambiental e aos direitos dos povos tradicionais feita pelo Observatório do Clima em sua assembleia em Atalanta (SC). O documento lista vários retrocessos feitos pelo governo nos últimos meses, no que talvez seja a maior ofensiva antiambiental desde a promulgação da Constituição de 1988.

Via: Observatório do Clima

Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/nenhum-hectare-a-menos/

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