Eucalipto é como gasolina

Eucalipto é como gasolina

Cultivar eucalipto é como plantar gasolina, em mais de um sentido: por seu grande valor econômico e a porque pega fogo fácil. A árvore de origem australiana cobre 30% de toda a área florestal portuguesa e serviu de combustível para o incêndio que destruiu a região de Pedrógão Grande.

O Brasil hoje é o quarto maior produtor mundial de eucalipto, de onde se tira o papel, e quer ser o segundo. Suas plantações são conhecidas como “desertos verdes”, pois secam aquíferos e não há vida animal nelas.

Os portugueses estão revendo sua política de plantio massivo da árvore. Será que não devíamos nos antecipar à tragédia e fazer o mesmo aqui?

Via BBC Brasil

Foto: Paulo Cunha/Lusa

Saiba mais: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-40376855

Vai ventar emprego

Vai ventar emprego

O vento não gera apenas energia elétrica, mas também postos de trabalho. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), os novos 175 parques eólicos previstos para este anos devem empregar 50 mil trabalhadores.
Nos últimos cinco anos, o número de usinas eólicas no país quadruplicou. Hoje, são 342 em operação, mas queremos um vendaval!
Via eCycle
Foto: Christian Charisius / DPA
Saiba mais: https://tinyurl.com/zf7xcl4

PL do Veneno: votação a jato

PL do Veneno: votação a jato

Velocidade máxima: a próxima reunião de comissão especial da Câmara que analisa o PL do Veneno já foi marcada para segunda (25). Os ruralistas têm pressa, pois querem aprovar o projeto que flexibiliza o uso de agrotóxicos no Brasil antes das próximas eleições.

Enquanto isso, a Justiça anda em marcha lenta: há 5 anos a Syngenta e a Aerotex pulverizaram pesticida sobre uma escola em Goiás, contaminando 92 pessoas, e até hoje não foram punidas. Os interesses privados voam de jatinho e os da população, de teco-teco.

Via Brasil de Fato

Foto: Gazeta do Povo

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Amazonas acorrentado

Amazonas acorrentado

O Amazonas carrega mais vida do que se pensa. Não se trata apenas de suas flora e fauna impressionantes, ele carrega sedimentos e nutrientes que também alimentam as suas margens e a própria região oceânica que fica à sua foz. Hoje, há 140 barragens hidrelétricas em funcionamento ou em construção no rio e mais 428 estão planejadas. São cerca de 500 intervenções artificiais que impactariam também os seus afluentes.

Um estudo publicado na revista Nature, o mais completo já feito sobre o tema, do qual participaram de ecologistas, engenheiros, economistas e geólogos de universidades americanas, alemãs, britânicas e brasileiras, aponta que as consequências caso parte dessas usinas saia do papel seriam desastrosas.

Via El País Brasil

Leia a reportagem 500 barragens ameaçam sufocar o Amazonas

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Acordo de Paris não garante 2°C

Acordo de Paris não garante 2°C

Estamos devendo muito ao planeta e se não resolvermos isso logo, a dívida vai ficar impagável. Segundo a ONU, as metas do Acordo de Paris são insuficientes para manter o aumento da temperatura média global em 2°C. Com a tecnologia que temos hoje, seria possível frear esse avanço até 2030. O problema é que teríamos que começar para valer em dois anos.

Os dados são do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que vai deixar a batata quente nas mãos dos líderes que vão participar da Conferência do Clima em Bonn, na Alemanha (COP-23) a partir de segunda-feira (3/11).

Via ONU Brasil

Foto: Wei Zo

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