Chapada dos Veadeiros ainda é do mundo

Chapada dos Veadeiros ainda é do mundo

Foi por um fio: reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2001, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros correu o sério risco de ser rebaixado para a Lista do Patrimônio Mundial em Perigo.

Ele foi salvo pelo gongo – quer dizer, pela decisão do governo de ampliá-lo de 65 mil hectares para 240 mil hectares. A definição saiu nesta quarta-feira, em Cracóvia, na Polônia, em reunião do Comitê do Patrimônio Mundial.

Não podemos esquecer que esta é uma vitória da sociedade civil e de entidades ambientais que se uniram em torno desta causa.

Via O Globo

Foto: Goiás Agora

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Dinheiro pelo esgoto

Dinheiro pelo esgoto

Fala-se em despoluir a Baía de Guanabara desde a Rio-92, quando o BID e o Banco Japonês de Cooperação Internacional casaram US$ 587 milhões na ideia. Era para estar tudo limpinho até o ano 2000, mas a grana escorreu pelo esgoto do mau uso do erário.
Neste século, a despoluição foi prometida para a Rio 2016; hoje, porém, sabemos que o carioca vai ter que esperar mais três olimpíadas para ver a baía limpa – isso, é claro, se a gente pressionar as autoridades para que parem de empurrar a solução com a barriga.
Via O Globo
Foto: Guito Moreto/Agência Globo
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MP da Grilagem é devastação premiada

MP da Grilagem é devastação premiada

Devastação premiada: caso seja sancionada, a Medida Provisória 759, a MP da Grilagem, pode legalizar 2.376 imóveis irregulares em terras públicas da Amazônia. Isso daria 4,3 milhões de hectares, uma área do tamanho do Estado do Rio de Janeiro, segundo cálculos da Agência Pública.

Para o Ministério Público, a MP, feita sob medida para agradar à bancada ruralista, é inconstitucional. Estão querendo picotar e repartir a Amazônia. Vamos fazer pressão para que a MP da Grilagem seja vetada pelo presidente – mas para ser vetada de verdade, que não seja mera jogada de efeito, como os vetos mandrakes às MPs 756 e 758.

Foto: Reuters

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Fechou o tempo na Índia

Fechou o tempo na Índia

Fechou o tempo em Nova Delhi, na Índia. E as escolas e a entrada de caminhões. A construção de novos prédios na cidade também está temporariamente proibida. O governo local tomou essas medidas de emergência depois que a poluição do ar na cidade atingiu um nível quase 39 vezes maior do que o considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde.

A causa desse fumacê medonho é uma mistura indigesta do que sai das chaminés das indústrias e dos escapamentos dos veículos, das condições meteorológicas e da queima de resíduos de agricultura nas vizinhanças. E, é claro, do descaso nosso de cada dia com o meio ambiente.

Via G1

Foto: The Logical Indian

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Terras Indígenas estão no Maps

Terras Indígenas estão no Maps

Não dá mais para se fazer de desenganado: agora, os limites das Terras Indígenas (TIs) brasileiras estão ao alcance de todos, nas plataformas Maps e Earth do Google. A iniciativa é uma parceria entre a Funai e a empresa, e já tinha sido implantada no Canadá.

Hoje, o Brasil tem 480 TIs regularizadas, que ocupam 13% da área do país. Ninguém mais vai poder dizer que botou uma cerca dentro delas por engano. Além disso, dá para ver perfeitamente pelo computador que elas estão muito mais bem preservadas do que as áreas à sua volta; ou seja, que não há melhor ação contra o desmatamento do que a demarcação.

Via Nexo

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