Estamos chegando ao limite

Estamos chegando ao limite

Segundo o “State of the Climate”, relatório anual sobre o clima, alguns recordes preocupantes foram quebrados no ano passado.
Temperatura, nível dos oceanos e emissões de gases do efeito estufa atingiram as maiores marcas da história moderna.
Também foi um ano de extremos: as temporadas de chuva e de seca foram as mais severas dos últimos anos.
O documento de 300 páginas, divulgado no começo da semana, foi produzido por 450 cientistas.
E o pior é que, ao que tudo indica, 2016, ano olímpico, promete quebrar novamente esses recordes.
Via G1
Foto: LikeFotos
Saiba mais: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/08/temperaturas-efeito-estufa-e-nivel-do-mar-atingiram-niveis-recordes-em-2015.html

Mais agrotóxicos na salada

Mais agrotóxicos na salada

Salada se tempera com azeite e vinagre, não com Benzoato de Emamectina. A substância, proibida no Brasil desde 2010, foi liberada no apagar das luzes do ano passado. E podem botar mais veneno em nossa mesa se o Projeto de Lei (PL) 6299/02, que flexibiliza a o uso de agrotóxicos no Brasil for aprovado no Congresso Nacional.

A comissão especial que analisa o PL do Veneno se reúne novamente hoje (15/5), para decidir se leva a votação ao plenário da Câmara. A sessão será transmitida a partir do meio-dia, veja aqui.

Saiba mais e assine a petição #ChegaDeAgrotóxicos.

Cabo verde mesmo

Cabo verde mesmo

Há um país de língua portuguesa, ensolarado e onde venta à beça, que vai usar isso para funcionar com energia 100% limpa e renovável até 2025. Lamentavelmente, não falamos do Brasil, mas de Cabo Verde. Os cabo-verdianos começam a pôr em prática as metas que estabeleceram quando assinaram o Acordo de Paris. Hoje, essa taxa é de 25%.

Mesmo sendo um dos menores países do mundo, Cabo Verde consome muita energia. Por isso, o projeto também inclui medidas para evitar o desperdício. O arquipélago africano também é um dos mais prejudicados pelas mudanças climáticas. Dizem que o Brasil é o país do futuro, mas Cabo Verde pode chegar lá bem antes.

Via Nexo

Foto: Cabeólica

Saiba mais

Marco temporal é regressão ao século XVI

Marco temporal é regressão ao século XVI

O Brasil está prestes a regredir ao século XVI, com escalas em 2009 e 1988. Para salvar a própria pele, o presidente fez mais um agrado à bancada ruralista atacando novamente os direitos dos povos indígenas. Temer aprovou na quarta-feira um parecer da Advocacia-Geral da União de 2009, sobre a demarcação da Terra Indígena Raposa-Serra do Sol. A decisão pode trazer à tona a famigerada tese do “marco temporal”, que diz que os índios só teriam direito às terras que ocupavam até a data da promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988 – mesmo que tivessem sido expulsos delas com violência.

Isso não só inviabilizaria novas demarcações, como poderiam anular algumas já feitas. Mais uma lei feita para beneficiar o infrator.

A devastação premiada segue a todo vapor.

Foto: Agência Globo

Saiba mais:

Nota pública da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)

Temer assina parecer que pode parar demarcação de terras indígenas

Temer ataca direitos indígenas para tentar se livrar de denúncia no Congresso

MPF divulga nota pública contra retrocesso em demarcação de terras indígenas

Índios ‘nada podem esperar’ do governo federal, diz Procuradoria

Governo Temer não demarca, não reconhece e não protege terras indígenas, diz MPF

Dallari: Parecer da AGU não é vinculante. É apenas opinativo, inconstitucional e ilegal

Parecer assinado por Temer pode acirrar violência contra indígenas

Como o governo Temer está restringindo a demarcação de terras indígenas

Feio Monte

Feio Monte

Praticamente concluída, a usina de Belo Monte só tem beleza no nome. A hidrelétrica é um monstrengo, em vários sentidos.

Muita coisa feia foi feita também para que ela fosse construída, enquanto boa parte das obras prometidas para reduzir impactos sociais e ambientais causados por ela na região ainda estão no papel – ou saíram de qualquer jeito, como escolas sem professores e alunos, redes de saneamento básico que não funcionam. Uma empreitada movida a propina. Pronto, mesmo, só o aterro sanitário de Altamira.

Projeto #Colabora começou a publicar uma série de matérias dos repórteres Marceu Vieira e Marizilda Cruppe, com imagens e informações inéditas – como esta foto da usina. Não deixem de acompanhar!

Via Projeto #Colabora

Foto: Marizilda Cruppe

Saiba mais: https://migre.me/to5Xr

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