maio 2016 | Alternativas Energéticas
Portugal acaba de bater um recorde que deve ser muito comemorado. O consumo de eletricidade no país foi garantido exclusivamente por fontes renováveis por quatro dias e meio seguidos.
A marca foi alcançada de 7 a 11 de maio.
Foram uma tonelada de dióxido de carbono a menos despejados na atmosfera.
O país também se economizou um bom dinheiro em importação de petróleo, gás e carvão.
Os portugueses já produzem metade de sua eletricidade via fontes renováveis. Parabéns para os gajos!
Via Diário de Notícias
Foto: Jornal Sol
Saiba mais: https://migre.me/tQnrX
agosto 2017 | Catástrofe ambiental
Quer que a gente desenhe o tamanho do estrago causado pela mineração a céu aberto e o que ganhamos em troca? O artista plástico Dillon Marsh fez isso na série “For What it’s Worth” (“Pelo Que Vale”). Nesta foto, a esfera no centro representa todo o cobre retirado dessa cratera na mina Palabore, na África do Sul. E o buraco é só o dano visível, pois a atividade ainda libera substâncias tóxicas na terra, no ar e na água. Vale a pena?
É uma imagem para ficar na cabeça quando o governo libera uma área do tamanho da Suíça na Amazônia para a exploração mineral, a Câmara se prepara para flexibilizar o licenciamento ambiental e a ameaça de Belo Sun ainda paira sobre o Xingu. Já pensaram numa tragédia de Mariana de proporções amazônicas?
Via Nexo
Foto: Dillon Marsh
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agosto 2017 | Quilombolas
O governo segue passando como um trator por cima dos direitos dos povos tradicionais na Amazônia. A Belo Monte da vez é a a Ferrovia Paraense: segundo lideranças quilombolas, o governo do estado do Pará está violando a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ao não realizar a consulta livre, prévia e informada sobre o projeto.
“Não vamos ter terra para plantar, não vamos ter peixe para comer, e a gente nem sequer foi consultado para isso”, diz Leocádia de Oliveira, presidente da Associação Quilombola África e Laranjituba. A Ferrovia Paraense será um ramal da Norte-Sul, cuja finalidade é ser um corredor de exportação de commodities, principalmente grãos e minérios. Gente e meio ambiente não entram nessa conta.
Assine a petição pelos direitos quilombolas
Via Brasil de Fato
Foto: Agência Pará
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maio 2016 | Amazonas, Belo Monte, catastrophe ambiental, Desmatamento, Direitos indígenas, Mata Atlântica
Tem muita coisa acontecendo no país, mas não dá para esquecer da PEC 65.
Se for aprovada, ela vai permitir a realização de obras sem licenciamento ambiental. Periga o desastre de Mariana se tornar corriqueiro.
O seu relator é o novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Ele já ganhou um prêmio Motosserra de Ouro e parece disposto a levar o bicampeonato.
A nossa maior arma contra esse absurdo é a mobilização!
Por isso, vote contra a PEC 65 na Consulta Pública do Senado:https://migre.me/tPgYJ
E aproveite para se informar mais:
BBC mostra que autor da PEC prevê benefício de empresa familiar:https://migre.me/tPjwe
ISA publica carta de repúdio à PEC: https://migre.me/tPjJj
Raquel Rolnik se revolta em coluna na Folha: https://migre.me/tPjMC
André Trigueiro diz quem é Blairo Maggi: https://migre.me/tPjQN
Via Árvore, Ser Tecnológico
agosto 2016 | catastrophe ambiental
A lama despejada pela Vale/Samarco no criminoso desastre de Mariana (MG) continua a avançar e já cruzou as fronteiras marinhas do Espírito Santo tanto para o norte, quanto para o sul.
É o que atestam acadêmicos de Portugal e da Universidade Federal do Espírito Santo, em um artigo publicado no Boletim de Poluição Marinha.
Principal impulsor da lama tóxica, o vento a empurrou da foz do Rio Doce para zonas marinhas adjacentes à cidade do Rio de Janeiro.
Os dejetos de mineração, no entanto, ainda não alcançaram o Arquipélago de Abrolhos, na Bahia, o que é um temor antigo.
Via Século Diário
Foto: Gabriela Biló/Estadão
Saiba mais: https://seculodiario.com.br/30273/10/artigo-cientifico-confirma-extensao-da-lama-da-samarcovalebhp-desde-abrolhos