março 2017 | Mudanças Climáticas, poluição
Os danos que temos causado aos oceanos não são somente os visíveis, a sujeira que boia à superfície: o fundo do mar também não está para peixe. Um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, revelou que a sujeira que produzimos chegou às regiões mais remotas do planeta. Foram detectados altos níveis de poluição nas fossas de Kermadec e das Marianas, no Oceano Pacífico, a 10 mil metros de profundidade. A contaminação por poluentes orgânicos persistentes (POPs) foi identificada em crustáceos recolhidos naquelas zonas abissais. E essa não é a única notícia preocupante que nos chega dos sete mares.
A vida marinha está com falta de ar: segundo cientistas alemães, a quantidade de oxigênio dissolvido nos oceanos caiu 2% nas últimas cinco décadas. O número pode não parecer grandes coisas, mas mesmo pequenas variações são capazes de provocar estragos permanentes em ecossistemas de equilíbrio frágil, como o mar – podem até causar a extinção de espécies. Os pesquisadores do Helmholtz Centre atribuem ao aquecimento global 15% dessa perda. Funciona assim: a temperatura do oceano sobe e o gás escapa com mais facilidade, como numa garrafa de refrigerante quente.
A outra ameaça submarina repousa adormecida no Pacífico. E ela é bem grande. Pesquisadores da Universidade Queen Mary, na Inglaterra, descobriram um bolsão de metano que vai da costa da América Central ao Havaí. O gás é 25 vezes mais devastador para o clima do que o CO2. Por enquanto, é inofensiva, jaz entre 300 e 500 metros de profundidade; mas convém não cutucá-la com vara curta. Grandes agitações no oceano liberariam o gás para a atmosfera. A dragagem, a pesca de arrasto e a instalação de plataformas de petróleo podem despertá-la. Ou seja, como nos casos anteriores cabe a nós, juntos, evitar danos mais profundos.
setembro 2015 | Uncategorized
O Papa Francisco, autor da Encíclica Laudato si’, tem dedicado o seu mandato a defender o meio ambiente.
#PapaPeloPlaneta
agosto 2015 | Uncategorized
As florestas desempenham um papel fundamental para manutenção do clima. Na Indonésia, já existe o entendimento de que proteger os direitos dos povos tradicionais é protege-las, e colaborar para equilibrar o clima do planeta.
Imagens: If not us then who?
Edição: Uma Gota no Oceano
março 2017 | Mudanças Climáticas
A Shell sabia dos perigos das mudanças climáticas. Mas preferiu esconder isso do mundo. Um documentário lançado há 25 anos e desenterrado pelo site jornalístico holandês The Correspondent manchou de vez a reputação da petrolífera.
O curioso (e revoltante) é que o filme foi feito pela própria Shell.
Com o título “Clima de preocupação”, o vídeo afirma haver amplo consenso entre cientistas sobre a ameaça.
Mesmo com essa informação em mãos desde 1991, a empresa não se furtou em investir pesado no lobby do negacionismo climático e na extração de petróleo no Ártico.
Essa negligência intencional pode custar caro demais ao planeta.
Via: Observatório do Clima
Foto: Matt Mills McKnight/Reuters
Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/shell-avisou-sobre-aquecimento-em-1991/
março 2017 | Mudanças Climáticas
A maior reserva submarina de metano está no Oceano Pacífico e se estende da costa da América Central até o Havaí. Este gás é 25 vezes mais potente para o aquecimento global que o CO2.
Segundo o grupo de cientistas responsável pela descoberta, da Universidade Queen Mary, em Londres, a camada rica em metano só viria à superfície sob condições de extrema agitação do mar.
Dragagem, pesca de arrasto e instalação de plataformas de petróleo são algumas atividades humanas que se qualificam a tal dano.
Melhor repensar como tratamos os oceanos.
Via: O Globo
Foto: Pacific Stock/Design Pics/Superstock
Saiba mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/cientistas-descobrem-maior-pool-subaquatico-de-gas-de-efeito-estufa-20991164