Belo Monte: vidas sem rumo

Belo Monte: vidas sem rumo

O documentário “Belo Monte: Depois da Inundação”, de Todd Southgate, responde às indagações feitas em 2011 pelo Movimento Gota D’Água.

Naquele ano, o Gota D’Água já alertava que a usina de Belo Monte alagaria 640 km² de Floresta Amazônica. E, assim, tiraria de famílias de indígenas e pescadores seu modo de vida tradicional à beira do Rio Xingu.

Belo Monte custou caro e você pagou

Belo Monte custou caro e você pagou

O documentário “Belo Monte: Depois da Inundação”, de Todd Southgate, responde às indagações feitas em 2011 pelo Movimento Gota D’Água.

Quando a hidrelétrica ainda era só um projeto, um painel independente de cientistas criticou o estudo de impacto ambiental da hidrelétrica.

O grupo citava graves omissões de riscos sociais e ambientais. Enquanto isso, o Gota D’Água alertava que o preço final da obra poderia ultrapassar os R$ 30 bilhões.

Hoje, ribeirinhos, indígenas e pescadores se tornaram refugiados em seu próprio país e foram desprovidos de seu modo de vida à beira do Rio Xingu. E quem pagou do bolso pelo desastre fomos nós, os contribuintes.

Belo Monte atropelou o bom senso

Belo Monte atropelou o bom senso

O documentário “Belo Monte: Depois da Inundação”, de Todd Southgate, responde às indagações feitas em 2011 pelo Movimento Gota D’Água.

Em 2011, o Gota D’Água já alertava que a usina de Belo Monte custaria R$ 30 bilhões. E mais: que 80% deste valor seria pago com o dinheiro do contribuinte. E que parte desses dinheiro seria desviado pela corrupção. Para construir a usina, o governo atropelou direitos e o ambiente.

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