Notícias
Rio Doce sob vigilância
A Samarco terá que contratar uma perícia emergencial para verificar se a lama de rejeitos de minério de ferro ainda vaza da barragem de Fundão, em Mariana.
Barrando o futuro
O governo brasileiro está caminhando contra o vento e tapando o sol com peneira. Com as novas tecnologias de produção de eletricidade, não faz mais sentido construir grandes hidrelétricas: o número de usinas eólicas vem crescendo num ritmo superior a 20% ao ano; elas serão a segunda maior fonte de energia do país já em 2019. Nossa capacidade instalada deve aumentar de 13GW para 19GW até 2023; em breve, ela vai superar a de Itaipu, construída pela ditadura há 34 anos. Mas ainda aproveitamos bem pouco do nosso potencial: menos de 10%. Já a capacidade de geração de energia solar no mundo aumentou 54% em um ano, e mais do que triplicou em três. Será a fonte de energia mais barata em menos de uma década.
Termelétricas a carvão vetadas
O presidente Michel Temer informou ontem que vai vetar o artigo 20 da Medida Provisória 735. Se fosse aprovado, esse artigo daria cerca de R$ 5 bilhões em incentivos a termelétricas a carvão.
Congress encourage coal based power plants!
The Congress approved a law that encourages the installation of power plants fueled by coal in Brazil on October 19. This just...
Baixo carbono via Fernando de Noronha
Os governos de Pernambuco e da Califórnia (EUA) se uniram para transformar a ilha de Fernando de Noronha em um laboratório de gestão sustentável e negócios colaborativos de baixo carbono.
A tecnologia irradiando conhecimento
Só tem 4 horas por dia de energia elétrica em Batalha de Baixo, comunidade ribeirinha do Amazonas. A população local se vira nas 4 para tudo, inclusive estudar. Graças à internet, agora os jovens locais podem fazer faculdade à distância. E bota distância nisso: o convênio é com o UniCesumar, centro universitário que fica em Maringá, no Paraná.
Seca na Amazônia
A seca da Amazônia em 2014 e 2015 foi mais um reflexo das mudanças climáticas. Este é um dos 79 eventos extremos entre 2011 e 2015 analisados pela Organização Meteorológica Mundial e que serão discutidos na COP22.
Tapajós- o próximo grande equívoco e o último rio livre.
Repetindo os mesmos erros de Belo Monte, as 40 hidrelétricas previstas para o Rio Tapajós ignoram os impactos socioambientais e ameaçam uma das áreas mais preservadas da floresta Amazônica.
Enquanto lideranças indígenas lutam para evitar que as suas terras sejam alagadas e organizações socioambientais alertam para os riscos da obra, o projeto segue como prioridade na agenda do Governo.
Uma gota do PIB para a água
Basta uma gota: com 0,3% do seu PIB ao ano, os países da América Latina garantiriam acesso a água potável e a coleta e tratamento de esgoto para todos os cidadãos até 2035. É só começar o quanto antes.
Os Indígenas e o clima
Você sabia que as terras indígenas são as principais aliadas do Brasil na luta contra as mudanças climáticas?
Segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Amazônicas em parceria com a Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), os territórios indígenas na Amazônia brasileira representam uma reserva de cerca de 13 bilhões de toneladas de carbono (46,8 bilhões de toneladas de CO2) – 30% do que existe estocado na floresta.
Guardiões da floresta
Especialistas comprovam a eficácia das terras indígenas para frear o desmatamento. Melhor do que deixar a floresta desabitada...
Eficiência para o bolso
A Aneel acabou de avisar: a conta da luz pode aumentar mais de 20%. Não tem saída, o jeito é consumir menos para não fazer pesar tanto no bolso. A melhor forma de economizar se resume a duas palavras: eficiência energética.
O clima muda com Trump?
A eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA gera apreensão quanto ao futuro das ações climáticas americanas. Mas a agenda global do clima não depende mais apenas de um país.
Juntos somos mais fortes.
A luta dos Munduruku, Apiaká, Kayabi e Rikbaktsa é também de todos aqueles que respeitam os direitos humanos e que se...
Somos todos vizinhos.
Assoc. de Moradores da Terra alerta: Você também é responsável por cuidar do nosso Planeta! Em época de batalha declarada...
Americanos querem Nasa focando nas mudanças climáticas
Descobriram água em Marte, mas os americanos mantêm os pés na Terra: estão mais preocupados com a água daqui. Para eles, estudar as mudanças climáticas deveriam ser a prioridade da Nasa. Em recente pesquisa, 43% dos entrevistados disse que monitorar o clima do planeta deve ser a principal atividade da agência espacial.
Agronegócio faz água render pouco
Damos pouco valor à nossa maior riqueza. O Brasil é depositário de 20% da água potável do mundo, mas gastamos em média seis litros para gerar R$ 1 no PIB do país. E segundo o IBGE, quem mais gasta é justamente quem menos rende: a agropecuária.
Um sopro de boas notícias.
Enquanto manchetes da crise econômica nos apresentam um futuro sombrio, alguns setores da economia surgem como uma luz no fim...
Belo Monte foi superfaturada
A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, foi superfaturada em pelo menos R$ 3,2 bilhões. O sobrepreço apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) é de cerca de 10% do custo total da obra.
Sem mudar de assunto…
Segundo a InfoAmazonia, o número de alertas de desmatamento na Amazônia subiu 68% entre agosto de 2014 e julho de 2015, em...
A neve também é culpa do calor
A costa leste dos Estados Unidos está soterrada sob a neve e a culpa é do calor. Um estudo publicado no Nature Communications, baseado numa análise de dados dos últimos 65 anos, relaciona diretamente as temperaturas cada vez mais quentes no Ártico – até 10°C acima da média do inverno – com o aumento do frio no país.
Xukuru 7×1 Governo
O Brasil fez História por linhas tortas. A Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o país por violação do direito dos Xukuru à propriedade coletiva e à garantia de proteção judicial. É uma decisão histórica do tribunal.
Seca ameaça o Nordeste
Uma em cada duas cidades do Nordeste está em estado de emergência por causa da seca que a região já enfrenta há cinco anos. O maior reservatório de água da região, Sobradinho, está com 7,1% de sua capacidade.
Lanterna em eficiência energética
Quando o que está em jogo é a eficiência energética, estamos quase na lanterna: ficamos em 22º lugar na lista de 23 países que mais desperdiçam eletricidade. Mas há uma luz no fim do túnel: o Banco Mundial, em parceria com a Caixa, vai investir, nos próximos 15 anos, em tecnologias mais eficientes nas áreas de indústria e iluminação pública urbana.
Barragem humana
Precisamos formar uma barragem humana: muita lama pode correr por nossos rios se a gente não se unir para protegê-los. Nas últimas semanas, notícias estarrecedoras chegaram de Barcarena e do Rio Doce, mostrando que, junto com a cobiça, o descaso é o grande inimigo do meio ambiente.
Krenaks de Mariana sem água
Entre os atingidos pela tragédia de Mariana estão os índios Krenak. Desde que o Rio Doce foi contaminado pela lama, sua sobrevivência e suas atividades dependem de caminhões-pipa e garrafas de água.
Metais pesados contaminam o fim do mundo
Estamos indo longe demais: pesquisadores brasileiros e franceses encontraram contaminação de metais pesados, cádmio e mercúrio, em moluscos e crustáceos no arquipélago de Kerguelen, um dos lugares mais isolados do planeta.
A gota d’água de Belo Monte
Há seis anos a gente vem batendo nessa tecla: a corrupção é insustentável. Em 15 de novembro de 2011, foi lançado um vídeo-manifesto, É a Gota D’Água + 10, questionando a construção da Hidrelétrica de Belo Monte. Fomos atacados por todos os lados, acusados de querermos brecar o desenvolvimento do país. Mas o tempo mostrou que estávamos certos: a operação Lava-Jato investiga agora o pagamento de propinas na obra.
De olho no clima
Para combater as mudanças climáticas com ambição, é importante ter a consciência de como elas já se fazem presentes em nosso dia a dia. Começa hoje a 22ª Conferência Mundial do Clima da ONU (COP22), em Marrakech, Marrocos.
Querem azedar a Ilha do Mel
A Ilha do Mel está a perigo. E é mais um caso em que interesses particulares se sobrepõem ao bem-comum. A construção de um porto e uma rodovia que rasgaria um trecho intocado de Mata Atlântica ameaça um dos mais famosos pontos turísticos do Paraná.




























