Pneus contaminam a água

Pneus contaminam a água

Sinal amarelo. Cientistas alemães descobriram que os fragmentos de pneus deixados nas estradas estão contaminando a água: eles são carregados pela chuva e chegam aos lençóis freáticos.

E pneus não são feitos só de borracha, mas também de metais pesados, como zinco, cádmio e chumbo. Ninguém quer andar a pé, então talvez seja uma boa ideia pisar no freio para pensar numa saída, antes de entrarmos num beco sem saída.

Via: DW Brasil

Foto: ExclusivePix

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Para onde estávamos olhando?

Para onde estávamos olhando?

A área desmatada dentro de Terras Indígenas (TIs) na Amazônia nos dez meses deste ano já é quase o triplo do registrado em 2015 inteiro.
Desde janeiro, foram desflorestados 188 km² nesses territórios. Ao longo de todo o ano passado, esse número foi de 67 km².
Os dados foram apresentados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) a partir de uma análise preliminar de imagens de satélite.
Há, portanto, uma pequena margem de erro.
Nada que torne essa notícia menos pavorosa.
Precisamos assumir já o compromisso com o desmatamento zero!
Via: Instituto Socioambiental – ISA
Foto: AP
Saiba mais: https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/desmatamento-em-terras-indigenas-na-amazonia-ja-e-o-triplo-do-registrado-em-2015

Barragem: pesadelo sem fim

Barragem: pesadelo sem fim

Pesadelo sem fim. Uma barragem quatro vezes maior do que a do Fundão, que matou 19 pessoas e o Rio Doce, pode ser construída em Minas Gerais. Não bastasse isso, os moradores de Conceição do Mato Dentro já sofrem com seca do Rio Santo Antônio e estão recebendo ameaças de morte.

O projeto foi idealizado por Eike Batista, repassado a uma grande mineradora sul-africana e conta com o apoio do governo mineiro. Parece que a tragédia que se abateu sobre a região de Mariana não serviu nem de lição.

Via Agência Pública

Foto: Heriberto Araújo

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Esperança depende de ação

Esperança depende de ação

A União Europeia ratificou ontem o Acordo de Paris.
Agora, o tratado já tem data para entrar em vigor: 4 de novembro.
Sozinhos, os compromissos previstos no acordo são insuficientes para manter o aquecimento global abaixo de 2º C até 2100.
A boa notícia é que os governos, inclusive o brasileiro, já sabem o que têm de fazer: aposentar combustíveis fósseis, zerar todo tipo de desmatamento, restaurar ecossistemas e atacar as emissões da aviação internacional e dos gases de refrigeração.
Não é hora para os líderes globais darem tapinhas nas costas uns dos outros. É hora de correr ainda mais.
Via: Observatório do Clima
Foto: Reuters/Pawel Kopczynski
Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/nota-do-oc-sobre-ratificacao-pela-europa/

Renováveis e mais baratas

Renováveis e mais baratas

Não é história de ficção científica, é para daqui a pouco: em dois anos as energias renováveis já podem custar menos do que carvão e petróleo. Em 2016, elas produziram 60% da energia consumida no mundo.

Os números são da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês): o custo de geração eólica caiu 25% desde 2010 e a solar, 73%. Investir em petróleo agora não parece um mau negócio apenas para o meio ambiente.

Via Revista Exame

Foto: Anders Frey Birkmose

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