Senhora dos Absurdos – Belo Monte
Com muito humor, o comediante Paulo Gustavo chama a atenção da sociedade brasileira para o modelo energético adotado pelo país, tendo como exemplo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
Com muito humor, o comediante Paulo Gustavo chama a atenção da sociedade brasileira para o modelo energético adotado pelo país, tendo como exemplo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
À luz do subsídio: ao longo deste ano, mil residências catarinenses vão receber sistemas de geração de energia solar e seus moradores vão pagar apenas 40% do preço normal por isso, ou seja, R$ 6.700.
Esse é um projeto da distribuidora Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), que arcará com os 60% restantes do custo de instalação.
Com uma economia de até R$ 2.000 ao ano na conta de luz, a compra se paga de volta em três anos e meio.
Essa conta fecha bem no bolso e no clima.
Via: Valor Econômico
Foto: Santa Catarina Industrial Land
Saiba mais: https://www.valor.com.br/empresas/4878668/celesc-vai-instalar-paineis-solares-em-mil-residencias
A restauração florestal pode ser uma solução para a crise hídrica, para a falta de alimentos e para os desequilíbrios climáticos, diz Rachel Biderman, diretora-executiva do WRI Brasil.
Rachel Biderman, diretora-executiva do WRI Brasil, conta como a restauração florestal também pode ser uma fonte de renda extra.
Conseguimos deter o monstro. Mas por pouco tempo. A Justiça de Altamira (PA) suspendeu a licença de instalação do projeto de mineração Belo Sun. Esta aberração quer extrair ouro da região da Volta Grande do Xingu. O perigo que uma catástrofe ambiental das dimensões de Mariana se repita no coração da Amazônia é grande.
A decisão de pará-lo atende a um pedido de liminar da Defensoria Pública do Estado do Pará, mas vale só por 180 dias.
Temos agora uma corrida contra o tempo para detê-lo definitivamente.
Belo Sun é o filhote de Belo Monte, o monstro que “rouba as terras dos seus filhos, devora as matas e secas os rios”, como diz o samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense.
São monstros que se alimentam de cobiça.
Via: Estadão
Foto: Cultura Mix