Indianos contra os transgênicos

Indianos contra os transgênicos

A Índia está dando uma lição em relação aos transgênicos
O maior produtor de algodão do mundo passou a plantar uma variedade de algodão indígena chamada “desi”.
Desenvolvida naturalmente pelo ministério da agricultura, a semente tem dado boas colheitas, é resistente a pestes e ainda pode ser armazenada para ser replantada no ano seguinte.
Para completar, o preço da semente saudável é bem abaixo do praticado pela gigante americana Monsanto – que detém mais de 90% das vendas de sementes por lá.
A concorrência estatal, e perdas potenciais de US$ 75 milhões, levaram a multinacional a processar o governo.
O que reforça a constatação de que é possível plantar e colher sem precisar depender de nenhuma empresa química.
Em vários sentidos, este pode ser o início de uma concorrência saudável na produção de algodão na Índia.
Via Stylo Urbano e Reuters
Foto: Simon Rawles
Saiba mais: https://www.stylourbano.com.br/monsanto-perde-milhoes-na-india-pois-agricultores-estao-plantando-algodao-organico/

Dia de lembrar que plastificamos os oceanos

Dia de lembrar que plastificamos os oceanos

Nos sentimos os reis do mundo, mas nosso Titanic está naufragando num mar de lixo. Hoje (8/6), Dia Mundial dos Oceanos, é uma boa ocasião para lembrar que 90% das aves marinhas e 100% das tartarugas já comeram plástico. E que se nada for feito, até 2050 vai ter mais plástico do que peixe no mar.

Amanhã (7/6) tem a Marcha pelos Oceanos em diversas cidades do mundo, incluindo o Rio de Janeiro. É hora de a gente emitir o nosso S.O.S.

Via Conexão Planeta

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São Paulo pode salvar uma vida por dia

São Paulo pode salvar uma vida por dia

São Paulo pode salvar uma vida por dia e economizar R$ 3,8 bilhões até 2050. Basta que se cumpra uma lei. A conclusão é de um estudo inédito do Greenpeace Brasil e do Instituto Saúde e Sustentabilidade. A Lei Municipal do Clima, criada em 2009, determina que a partir de 2018 toda a frota municipal de ônibus seja abastecida com 100% combustíveis renováveis.

Se nada for feito, a poluição vai matar mais de 178 pessoas na maior cidade brasileira e gerar um prejuízo de R$ 54 bilhões nos próximos 33 anos. Os paulistanos só precisam exigir que se cumpra a lei. A metodologia da pesquisa pode ser usada em outras cidades brasileiras. Se São Paulo é a locomotiva do país, dessa vez vale mesmo a pena segui-la.

Foto: Diário do Transporte

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Aedes aegypti em cana!

Aedes aegypti em cana!

A guerra contra o Aedes aegypti não pode ter trégua!
Mas o combate ao mosquito deve ser feito com respeito ao meio ambiente. Nada de fogo amigo! Chega de veneno!
Pensando nisso, pesquisadores da Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo criaram um larvicida que não agride a natureza e a nossa saúde.
Feito a partir do bagaço da cana-de-açúcar, o produto mata as larvas do inseto por asfixia em 24 horas. E ainda desintegra o seu exoesqueleto.
Os cientistas agora pensam em utilizar o mesmo princípio para atacar doenças como a leishmaniose e a esquistossomose.
Xô dengue, zika e chikungunya! Mas de forma sustentável.
Via UOL
Foto: Brasil sem vacinas
Saiba mais: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/06/10/biolarvicida-obtido-do-bagaco-da-cana-mata-larvas-de-aedes-aegypti.htm

Mariana soterrada por um Pão de Açúcar

Mariana soterrada por um Pão de Açúcar

Um Pão de Açúcar de lama. Esta foi quantidade de rejeitos tóxicos que vazou da Barragem do Fundão na região de Mariana, em Minas Gerais. Ou 43,7 milhões de m³ de irresponsabilidade, que mataram o Rio Doce e 19 pessoas. O desastre aconteceu em novembro de 2015 e a previsão inicial era que a região estivesse limpa até dezembro de 2016. Estamos em julho de 2018 e a Fundação Renova, criada especialmente para esse serviço de limpeza, entrou com um pedido de prorrogação do prazo até novembro de 2019.

Recentemente, Samarco, Vale e BHP conseguiram um novo acordo com as autoridades, e se livraram de uma multa pesada. Os moradores da região reclamam que não foram consultados. Então, ele foi feito em nome de quem?

Via G1

Foto: Douglas Magno/AFP

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