Alternativas Energéticas

Vamos ganhar de virada!

Vamos ganhar de virada!

O juiz apitou o fim do primeiro tempo e estamos atrás no placar. Mas no campo dos argumentos, o time do PL do Veneno perdeu feio; tanto que abusou da catimba, apresentando informações distorcidas, que não passariam num exame antidoping. O Projeto de Lei (PL) 6299/2002, que flexibiliza ainda mais o uso de agrotóxicos no Brasil, será levado à votação em Plenário – e aí é fim de jogo. Mas temos tudo para ganhar de virada.

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O sol move os emergentes

O sol move os emergentes

Cada vez mais os países em desenvolvimento estão gerando eletricidade a partir do Sol. Segundo o estudo anual Climatescope, em 2016 produziu-se mais 34 gigawatts, em 71 nações emergentes – o que seria suficiente para abastecer o Peru ou a Nigéria.

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Pato aqui, pato acolá

Pato aqui, pato acolá

Quem vai pagar o pato para produzir um vinho mais sustentável? A vinícola sul-africana Vergenoegd Wine State pagou e não se arrependeu: todo dia um exército de penosos toma conta de sua plantação.

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Energia potiguar

Energia potiguar

O Rio Grande do Norte vai ganhar mais 13 parques eólicos até 2019. As obras já começaram. O estado é líder em produção e consumo de eletricidade produzida pelo vento. De lá vem 32% da energia gerada no país.

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MP do Trilhão: marcha-ré do desenvolvimento sustentável

MP do Trilhão: marcha-ré do desenvolvimento sustentável

Nunca é feito à luz do sol, até nisso há desperdício: a Câmara Federal aprovou na calada da noite a Medida Provisória 795/17, a MP do Trilhão, que concede mais benefícios fiscais à indústria petrolífera. Com isso, o país deixa de arrecadar R$ 40 bilhões por ano e engata mais uma vez a marcha-ré do desenvolvimento sustentável, além de dar as costas para o Acordo de Paris.

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Mais veneno chegando à mesa

Mais veneno chegando à mesa

Vai mais uma pitada de veneno? Depois de 14 anos repousando na gaveta, está para ser levado à votação na Câmara Federal o Projeto de Lei (PL) 6299/2002, revogando a atual Lei de Agrotóxicos (7.802/1989). Caso seja aprovado, ele abre brechas para a regulamentação de novos produtos que podem ser nocivos à saúde humana e ao meio ambiente.

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O ramo das fazendas solares está crescendo

O ramo das fazendas solares está crescendo

Plantando energia. O ramo das fazendas solares particulares está crescendo no Brasil. As empresas vendem eletricidade ao consumidor, que também sai ganhando – e em dose dupla. Em primeiro lugar, tem o lucro ambiental; em segundo, pelos créditos de carbono que viram desconto na conta de luz.

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O recanto do cetáceo

O recanto do cetáceo

O Ministério do Meio Ambiente aproveitou o período olímpico para lançar lançando uma campanha internacional pela criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul. Além do Brasil, a proposta é apoiada por Argentina, Uruguai, África do Sul e Gabão.

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O planeta entrou no cheque especial

O planeta entrou no cheque especial

A Humanidade está que nem o brasileiro, que chega no fim do mês já devendo o salário do próximo. No dia 2 de agosto, já teremos consumido todos os recursos que o planeta pode renovar em um ano. Quem fez as contas foi a ONG Global Footprint Network. Para saciar nossa voracidade, a gente ia precisar de 1,7 planeta – e sabemos que só temos um.

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O subúrbio vai virar mar

O subúrbio vai virar mar

Os cientistas americanos Robert DeConto e David Pollard descobriram que a velocidade de degelo na Antártida está crescendo além da conta e pode elevar em mais de dois metros o nível do mar até o fim do século. Dois metros parece quase nada, mas é o suficiente para transformar países-ilhas como Tuvalu em Atlântidas e redesenhar a geografia de cidades como Nova York e Rio de Janeiro.

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Eficiência gera economia

Eficiência gera economia

Trocando a eficiência energética em miúdos: basta substituir o aparelho de ar condicionado para o consumidor economizar até 40% por mês na conta de luz. E essa economia poderia ser ainda maior, caso passasse a valer uma Portaria, que há cinco meses repousa nas gavetas de três ministérios.

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Cabo verde mesmo

Cabo verde mesmo

Há um país de língua portuguesa, ensolarado e onde venta à beça, que vai usar isso para funcionar com energia 100% limpa e renovável até 2025. Lamentavelmente, não falamos do Brasil, mas de Cabo Verde. Os cabo-verdianos começam a pôr em prática as metas que estabeleceram quando assinaram o Acordo de Paris. Hoje, essa taxa é de 25%.

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Legado olímpico esgoto abaixo

Legado olímpico esgoto abaixo

Está virando pesadelo o sonho do carioca de ganhar uma cidade mais limpa em troca de o Rio de Janeiro sediar a Olimpíada deste ano. Depois de a gente ficar sabendo que a Baía de Guanabara só estará despoluída em 2030, a má notícia agora é que a prefeitura abandonou o projeto de recuperação de rios da bacia de Jacarepaguá.

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O tempo está se esgotando

O tempo está se esgotando

O clima do planeta entrou em parafuso e, se nada for feito, a espécie humana terá que se acostumar a viver num planeta bem diferente – isso se sobreviver, é claro. Caso as emissões de gases de efeito estufa continuem aumentando, entre 2030 e 2049 a média da temperatura global vai subir 1,5°C. Duas notícias recentes diretamente ligadas às mudanças climáticas são especialmente preocupantes: os ciclones estão ficando mais lentos e o degelo na Antártida, mais veloz.

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Uma tragédia submarina

Uma tragédia submarina

Pesquisadores descobriram que a lama que se depositou no fundo do mar na foz do Rio Doce já alterou bastante o ecossistema local: nada menos do que 35 das 60 espécies de plânctons que viviam na área desapareceram.

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O Rio da Vida segue vivo

O Rio da Vida segue vivo

Mais uma vitória na luta para manter o Tapajós livre.
O Ministério Público Federal recomendou ao Ibama que cancele em definitivo o licenciamento para a construção da usina hidrelétrica de São Luiz. O reservatório da hidrelétrica alagaria três aldeias indígenas do povo Munduruku. Para a Funai, a obra é inconstitucional, pois a Constituição de 1988 proíbe a remoção de povos indígenas de suas terras.

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Hidrelétrica em floresta é um mau negócio

Hidrelétrica em floresta é um mau negócio

Hidrelétrica em floresta é um mau negócio em todos os sentidos; está dando prejuízo até para seus acionistas. O consórcio que administra a Usina de Santo Antônio tenta negociar uma dívida de quase R$ 1 bilhão. O risco de falência é alto. Se nem lucro está dando, em nome de que ainda apostamos num modelo de geração de energia do século 19?

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