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Uma tragédia submarina

28 de março de 2016

Já se passaram cinco meses desde o rompimento da barragem da Vale/Samarco em Mariana e ninguém foi punido. Também não é possível, ainda, avaliar totalmente os danos causados ao meio ambiente.
Pesquisadores descobriram que a lama que se depositou no fundo do mar na foz do Rio Doce já alterou bastante o ecossistema local: nada menos do que 35 das 60 espécies de plânctons que viviam na área desapareceram. Os plânctons são a sustentação da cadeia alimentar marinha.
Em amostras coletadas no solo marinhos havia 20 vezes mais ferro que o normal, 10 vezes mais alumínio, e 5 vezes mais cromo e manganês.
A natureza não vai nos deixar esquecer de Mariana.
Via G1
Foto: Agência Estado
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