Senhora dos Absurdos – Belo Monte
Com muito humor, o comediante Paulo Gustavo chama a atenção da sociedade brasileira para o modelo energético adotado pelo país, tendo como exemplo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
Com muito humor, o comediante Paulo Gustavo chama a atenção da sociedade brasileira para o modelo energético adotado pelo país, tendo como exemplo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
Querem abrir de vez a porteira do desmatamento. Parlamentares do Amazonas, que deveriam guardar a sete chaves a biodiversidade de seu estado – afinal, ela é a sua maior riqueza -, apresentaram um Projeto de Lei (PL) para reduzir em 37,9% a área de proteção ambiental criada na bacia das almas do governo Dilma. No último dia de seu mandato, a ex-presidente tirou do papel cinco Unidades de Conservação (UCs) e ampliou uma sexta, todas na região da bacia do Rio Madeira, no sul do Amazonas.
O cinturão verde tem mais de 2,8 milhões de hectares e está localizado numa região onde a área desmatada saltou de 149 km² em 2011 para 248 km² em 2015. Um crescimento de 66% do desmatamento em apenas quatro anos, que justifica, com folgas, a medida de conservação.
Segundo os congressistas, a iniciativa seria uma forma de reverter “prejuízos enormes do setor produtivo” na região depois da criação das UCs – um fraseado genérico para justificar o olho grande do agronegócio. Acontece que o PL teria o efeito de esquartejar a Floresta Amazônica, o que poderia desarranjar os padrões locais de distribuição de umidade, que suprem com chuvas as principais regiões agrícolas do Brasil. A produtividade que os deputados e senadores alegam defender sofreria sérios impactos em um cenário climático instável e extremado. Ou seja: desmembrar a Amazônia também significa cortar na carne da produtividade agropecuária.
Saiba mais: https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/amazonia-esquartejada
O Brasil alia baixo crescimento econômico com altas emissões de carbono. Para os especialistas, está na hora de o país fazer a sua transição para um modelo de economia mais sustentável.
Produção: Uma Gota no Oceano e Observatório do Clima
Cientistas se reuniram com sábios Munduruku para um intercâmbio de conhecimento, com o objetivo de avaliar os impactos da construção de hidrelétricas no Rio Tapajós.
Imagens: Greenpeace Brasil
Edição: Uma Gota no Oceano
Ribeirinhos e Munduruku se unem na luta contra a construção de hidrelétricas no Rio Tapajós.
Imagens: Greenpeace Brasil
Edição: Uma Gota no Oceano