outubro 2016 | Alternativas Energéticas
Um equipamento desenvolvido nos EUA promete gerar água potável a partir da força do vento.
O WaterSeer, feito para instalação no solo, consiste em uma pequena turbina eólica, filtros, um condensador e um reservatório.
No operação, o ar externo é direcionado à câmara de condensação do equipamento e se transforma em água.
Em situações ideais, é possível produzir até 37 litros por dia.
Um oásis para deserto nenhum botar defeito.
Saiba mais: https://ciclovivo.com.br/noticia/painel-solar-giratorio-gera-20x-mais-energia-que-paineis-comuns/
Foto: Divulgação
Via: CicloVivo
janeiro 2018 | poluição
Sinal amarelo. Cientistas alemães descobriram que os fragmentos de pneus deixados nas estradas estão contaminando a água: eles são carregados pela chuva e chegam aos lençóis freáticos.
E pneus não são feitos só de borracha, mas também de metais pesados, como zinco, cádmio e chumbo. Ninguém quer andar a pé, então talvez seja uma boa ideia pisar no freio para pensar numa saída, antes de entrarmos num beco sem saída.
Via: DW Brasil
Foto: ExclusivePix
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janeiro 2018 | Mudanças Climáticas
Até a última gota: com 3,5 milhões de habitantes, a Cidade do Cabo pode ser a primeira metrópole do mundo a esgotar totalmente suas reservas de água. E isso pode acontecer nos próximos três meses.
Uma seca medonha atinge a África do Sul há três anos. Em caráter de emergência, o governo sul-africano está construindo três usinas para dessalinização da água do mar. Deviam ter investido antes em formas de desacelerar as mudanças climáticas.
Via Revista Galileu
Foto: Bruce Sutherland
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dezembro 2017 | poluição
As garrafas plásticas usadas para embalar a água mineral são um problemão – e basta olhar em volta nas praias, parques, estradas e outros locais públicos para entender por quê. Para acabar com isso, a startup inglesa Skippink Rocks Lab criou uma solução original: colocar a água em bolhas comestíveis e biodegradáveis que, quando colocadas na boca, liberam o líquido. No link, há também um vídeo que mostra a coisa na prática. A novidade já está sendo vendida, por enquanto apenas em eventos fechados. Bolha d’água do bem.
Via The Greenest Post
Foto: Divulgação/Skipping Rocks Lab
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setembro 2017 | Alternativas Energéticas
Que fique claro: essa ilustração é apenas uma projeção do futuro, mas o Sahara Forest Project já começa a pintar de verde pedaços de deserto no Qatar e na Jordânia, em duas unidades experimentais. A ideia é simples: usar luz solar e a água salgada (do mar ou de aquíferos salinos) para produzir alimento, água potável e eletricidade.
Para plantar no deserto é preciso driblar dois grandes adversários: a baixa umidade e a grande variação térmica – dias muito quentes e noites muito frias. O mesmo processo usado para resfriar as estufas dessaliniza a água usada e produz energia. E a longo prazo, transformar áreas desérticas em plantações e florestas também ajudará a combater as mudanças climáticas. Quanto mais verde o futuro, melhor.
Via O Globo
Imagem: Sahara Forest Project Foundation/Screenergy
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