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Gotas de Informação

4,5 mil torres Eiffel de lixo eletrônico

4,5 mil torres Eiffel de lixo eletrônico

Se a gente enfileirasse todo o lixo eletrônico produzido em 2016, dava para ir de Nova York a Bangkok e voltar. São 44,7 milhões de toneladas, o que dá o peso de 4,5 mil torres Eiffel.

Biodiversidade amazônica

Biodiversidade amazônica

É muita vida em jogo: uma em cada dez espécies conhecidas de animais e vegetais do planeta são nativas da Amazônia. E essa biodiversidade não cansa de nos surpreender: há duas semanas, o WWF-Brasil e o Instituto Mamirauá divulgaram um novo relatório, no qual apresentam ao mundo mais 381 espécies. Os dados foram coletados num período restrito à somente dois anos: 204 e 2015. Então há de se supor que tem muito mais bicho e planta escondida na região. Aí podemos encontrar desde a cura para diversas doenças como até mesmo fontes alternativas de energia.

Mais de 2 milhões de jovens já estão agindo

Mais de 2 milhões de jovens já estão agindo

Eles cresceram s/ditadura, s/inflação e estão dispostos a construir um mundo melhor. Hoje o Brasil tem 25 Milhões de jovens entre 18 e 24 anos. 8% está agindo em suas comunidades, fazendo microrevoluções cotidianamente. E você, o que está fazendo?...

O Cerrado pode ser salvo sem loucura

O Cerrado pode ser salvo sem loucura

O Dia do Cerrado deste ano chega pouco depois da notícia de que que o bioma, o segundo maior do país, foi 50% mais devastado do que a Amazônia. Em 2015, ele perdeu cerca de 9,5 mil km². Mas nada de baixa-astral: foi em 2017 também que o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi ampliado; e é possível recuperar o Cerrado, sem nenhuma loucura envolvida.

Chuva de veneno sobre o Itatiaia

Chuva de veneno sobre o Itatiaia

Pesquisadores da UFRJ encontraram vestígios de agrotóxicos banidos do país no Parque Nacional do Itatiaia. O veneno teria chegado lá pelas chuvas. São pesticidas que comprovadamente causam distúrbios neurológicos.

Não à caça!

Não à caça!

O bicho está pegando no Congresso: a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara pode votar amanhã o Projeto de Lei 6268/2016, do deputado Valdir Colatto, que libera a caça de animais silvestres no Brasil. Esta prática é proibida no país desde 1967.

Liberdade para cultivares

Liberdade para cultivares

Cultivares são plantas que foram modificadas pelo homem ao longo dos anos. A troca, a livre distribuição e o armazenamento de suas sementes é um costume secular de comunidades tradicionais. Mas um Projeto de Lei pode passar para grandes empresas o controle exclusivo sobre o uso de sementes, plantas e mudas modificadas.

Israel movido a sol

Israel movido a sol

Sabe o que o Brasil tem em comum com Israel? Sol à beça. E os israelenses pretendem usá-lo. Ano que vem eles inauguram no deserto do Negev a usina heliotérmica de Ashalim. O objetivo é que até 2020 o país produza 10% de sua energia por meio de fontes renováveis.

O Uruguai segue dando lições ao mundo

O Uruguai segue dando lições ao mundo

A novidade agora é a primeira escola pública 100% sustentável da América Latina. Ela foi construída com garrafas de vidro, papelão e latas de alumínio. E o trabalho foi voluntário.

Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Quando a ciência convencional se soma aos saberes dos povos tradicionais todos saem ganhando – inclusive o clima do planeta. O Projeto Bem Diverso, uma parceria entre o a Embrapa e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), une conhecimentos acadêmicos e populares contra as mudanças climáticas.

Guerra à poluição

Guerra à poluição

Precisamos declarar guerra à poluição. É uma questão de vida ou morte, já que ela mata mais do que os conflitos armados e outras formas de violência. Segundo o último relatório da ONU Meio Ambiente, todo ano a poluição causa um quarto (12,6 milhões) de todas as mortes de seres humanos.

Tijolos de guimba cigarro?

Tijolos de guimba cigarro?

A guimba (ou bituca) do cigarro não é biodegradável e ainda polui água e solo com arsênio, cromo, níquel e cádmio. Mas um cientista australiano pensou numa solução construtiva para minimizar este problema: tijolos feitos de guimba e argila.