Gotas de Informação

O pior de dois mundos

O pior de dois mundos

O Brasil já produz tanto lixo quanto um pais desenvolvido, mas ainda trata a sujeira à moda do Terceiro Mundo. Ou seja, conseguimos unir o pior dos dois mundos.

O ramo das fazendas solares está crescendo

O ramo das fazendas solares está crescendo

Plantando energia. O ramo das fazendas solares particulares está crescendo no Brasil. As empresas vendem eletricidade ao consumidor, que também sai ganhando – e em dose dupla. Em primeiro lugar, tem o lucro ambiental; em segundo, pelos créditos de carbono que viram desconto na conta de luz.

O presidente dos ruralistas

O presidente dos ruralistas

“Bancadas conservadoras são as mais leais a Temer”, diz a manchete da “Folha de S.Paulo”. Entre elas, está a ruralista. E o presidente tem retribuído – ou, antes, garantido – esta lealdade com mimos à granel. A Frente Parlamentar da Agropecuária ocupa 40% das cadeiras do Congresso Nacional. Numa democracia representativa, isso significaria que 40% da população brasileira seria formada por grandes produtores rurais.

Crianças peitam o governo americano

Crianças peitam o governo americano

Por meio da ONG Our Children’s Trust, um grupo de jovens e crianças entrou com uma ação contra o governo dos Estados Unidos e a indústria dos combustíveis fósseis, por botarem em risco o seu futuro.

Seca na Amazônia teve a mão do homem

Seca na Amazônia teve a mão do homem

Não dá mais pra fingir que a gente não tem nada a ver com isso: a seca na Amazônia de 2016, a pior em 100 anos, teve a mão do homem. Segundo um estudo da Universidade de Connecticut, publicado na Scientific Reports, o desmatamento e o aquecimento provocado pela emissão de CO2 contribuíram decisivamente para a falta de chuvas na região.

5 mil vezes mais agrotóxicos

5 mil vezes mais agrotóxicos

Numa coisa o brasileiro é mais liberal do que o europeu: no uso de agrotóxicos – a gente não disse que era numa coisa boa. Às vezes, até 5 mil vezes mais, como no caso do nível máximo permitido de contaminação da água. No caso do feijão nosso de cada dia, a lei brasileira permite o uso de quantidades 400 vezes maiores do que na Europa.

Dias de luta

Dias de luta

Hoje é o Dia Internacional dos Povos Indígenas, mas não há tempo para comemorações, pois temos que nos preparar para a luta. Os direitos deles (assim como os nossos) estão sob ataque cerrado e um julgamento marcado para o dia 16 de agosto no Supremo Tribunal Federal pode ser decisivo para o seu futuro. Caso passe a valer a tese do “marco temporal”, mesmo antigas decisões sobre demarcações de Terras Indígenas serão ameaçadas.

Na Inglaterra, crescer é a maior limpeza

Na Inglaterra, crescer é a maior limpeza

É possível se desenvolver sem emporcalhar tento o meio ambiente. Prova disso é a Inglaterra, que cresceu 20% enquanto suas emissões de gases de efeito estufa baixaram em 27%.

Da floresta para a mesa

Da floresta para a mesa

Os Yanomami lançaram primeiro livro sobre cogumelos comestíveis do Brasil. Também está saindo outra publicação, sobre peixes, crustáceos e moluscos.

Preservação ambiental só no papel

Preservação ambiental só no papel

O que mais tem é área de preservação ambiental no papel. No mundo real, porém, só 10% delas estão realmente intocadas. É o que revela um estudo internacional comandado pela Universidade de Queensland, na Austrália. A situação é especialmente preocupante em Ruanda, Ucrânia, Paquistão, Polônia e Kuwait, mas as coisas no Brasil tendem a piorar.

Na ponta do lápis

Na ponta do lápis

Milhões, bilhões, trilhões: cifras astronômicas costumam entrar na velha argumentação de que o sacrifício ambiental se justificaria para a geração de riqueza e de progresso, e que desacelerar a insustentável máquina do desenvolvimento que move o país teria um custo alto e consequências desastrosas. Na ponta do lápis, porém, já se sabe que não é bem – ou nada – assim.

A Justiça tarda e falha com Mariana

A Justiça tarda e falha com Mariana

O processo que julga os responsáveis pela maior tragédia ambiental do país está paralisado, por determinação do juiz Jacques de Queiroz Ferreira, da comarca de Ponte Nova (MG). Ele também corre o risco de ser anulado a pedido da defesa, sob a alegação de que houve ilegalidade na quebra de sigilos telefônicos nas investigações.