Segundo a InfoAmazonia, o número de alertas de desmatamento na Amazônia subiu 68% entre agosto de 2014 e julho de 2015, em...
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Alternativas Energéticas
Lanterna em eficiência energética
Quando o que está em jogo é a eficiência energética, estamos quase na lanterna: ficamos em 22º lugar na lista de 23 países que mais desperdiçam eletricidade. Mas há uma luz no fim do túnel: o Banco Mundial, em parceria com a Caixa, vai investir, nos próximos 15 anos, em tecnologias mais eficientes nas áreas de indústria e iluminação pública urbana.
Barragem humana
Precisamos formar uma barragem humana: muita lama pode correr por nossos rios se a gente não se unir para protegê-los. Nas últimas semanas, notícias estarrecedoras chegaram de Barcarena e do Rio Doce, mostrando que, junto com a cobiça, o descaso é o grande inimigo do meio ambiente.
Falta água para as hidrelétricas
A era das grandes hidrelétricas pode estar chegando ao fim. E não é por um surto súbito de bom senso, mas por… falta d’água! Os reservatórios das grandes usinas mundo afora estão secando e a culpa é de quem? Sim, adivinharam: das mudanças climáticas.
Amazônia por um fio
É só puxar aquele fio solto que a Amazônia se desfaz. A maior floresta tropical do mundo é como um tecido formado por fibras que são seus solo, fauna, flora, água e clima. É um equilíbrio delicado que está prestes a se romper: se o desmatamento ultrapassar 20% de sua área, ela pode não mais se recuperar. Esta taxa hoje está entre 15% e 17%.
Teto solar
Acaba de surgir um novo tipo de telhado solar. Afinal, não basta que seu lar seja sustentável – ele tem que ser bonito. Um novo produto que está chegando ao mercado não ostenta placas fotovoltaicas aparentes, mas, sim, belas telhas de vidro temperado e texturizado.
Carvão, não!
O Congresso Nacional aprovou no dia 19 de outubro um artigo que incentiva a instalação de mais termelétricas movidas a carvão no país. O presidente pode vetar a medida. Uma Gota no Oceano se junta ao Greenpeace Brasil e ao WWF-Brasil nesta campanha pelo veto.
Bali ganhou 40 mil mãozinhas
Bali ganhou 40 mil mãozinhas numa faxina gigante. A ação aconteceu neste fim de semana, quando cerca de 20 mil pessoas se juntaram para limpar 120 praias da paradisíaca ilha da Indonésia.
Vamos falar sobre saneamento básico?
O que os olhos não veem, o coração não sente. A velha máxima guia os políticos brasileiros, que preferem investir em obras que façam vista, em vez de concentrar seus esforços no bem-estar da população. “Esgoto não dá voto”, pensam os marotos, enquanto gente à beça baixa hospital: as doenças transmitidas pela água são responsáveis por 80 a 90% das internações no Brasil. Ou seja, tratando dela como se deve, praticamente resolvemos o problema da saúde pública no país. Em nome de que tanta negligência?
A terra é um ser vivo
A terra é mãe. Os Kichwa da comunidade Sarayaku, no Equador, querem que o governo local reconheça o seu território como um “ser vivo”, com direitos. O objetivo da iniciativa é evitar a exploração de seus recursos naturais por mineradoras e cobrar novas medidas de preservação ambiental. Que grande ideia!
Acordo de Paris pode ir pelos ares e a pique
Semana passada caiu uma enxurrada de notícias preocupantes. A mais assustadora se refere à velocidade em que o nível do mar vem subindo. E que nem se as atuais metas do Acordo de Paris forem cumpridas à risca, poderemos evitar isso. Mas os ajustes necessários esbarram em entraves burocráticos que impedem, por exemplo, que atividades altamente poluidoras, como a aviação comercial e a navegação de carga e transporte, sejam incluídas no tratado.
Bons ventos suecos
Em até 25 anos, a Suécia suprirá 100% de sua demanda energética a partir de fontes renováveis. O ás na manga do governo local é o amplo potencial do país para abrigar usinas eólicas terrestres. Nos próximos anos, as turbinas a vento ainda vão substituir as usinas nucleares.
Ouçam o que tem a dizer Salgado
As imagens de Sebastião Salgado valem mais do que mil palavras, mas sempre vale a pena ouvir o que ele tem a dizer. Segundo um dos mais renomados fotógrafos do mundo, reflorestar um hectare de terra desmatada custa R$ 25 mil; e sem a participação de indígenas e ribeirinhos na preservação de rios e matas, esse dinheiro ainda seria jogado fora.
Nem tudo que reluz vale ouro
O verde vale mais do que o ouro. O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo e essa é a sua maior riqueza. Mas o garimpo ilegal avança sobre a Amazônia, levando destruição à floresta. Com o Ibama cada vez mais enfraquecido, os Munduruku lutam praticamente sozinhos para deter os invasores.
Descarboniza, Brasil!
Como o Brasil pode chegar mais limpo, saudável e sustentável à metade do século? Conheça algumas propostas no 4º Seminário Nacional Sobre Emissões de Gases do Efeito Estufa – Como Descarbonizar o Brasil até 2050, que acontece na quinta-feira, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
#VetaTemer!
O Senado deu ontem o seu aval à criação de um programa de incentivo a usinas termelétricas a carvão. Trata-se de um artigo surrupiado para dentro da medida provisória do setor elétrico, a MP 735. Agora, a única forma de se impedir esse retrocesso energético é um veto do presidente.
Austrália renovável
Não é só o réveillon que chega primeiro na Austrália. A Tesla instalou no sul do país, em dezembro passado, a maior bateria do mundo, para armazenar a energia produzida pelo parque eólico local. Outra novidade renovável vai chegar agora aos telhados da região.
O sol nasce para todos
Mais de 5 mil brasileiros já geram eletricidade em casa. Mas nosso potencial vai muito além: até 2024, o número de unidades consumidoras produzindo a própria energia deve passar de um milhão.
Uma aula de sustentabilidade
Os alunos do Centro de Ensino Médio Castro Alves, em Palmas (TO), construíram uma arquibancada para o ginásio da escola usando 8 mil garrafas PET. A estrutura custou cerca de R$ 3 mil. Se tivesse sido feita com tijolos comuns e por contratação, seu custo poderia chegar a R$ 50 mil.
O Brasil é quilombola!
Nada tem sido fácil para os quilombolas, mas não se cai fácil quando se tem dignidade e a causa é justa. Com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo eles partiram para mais um round de sua longa luta, disputada no Supremo Tribunal Federal. E a vitória foi de goleada!
Alívio real e imediato
Foi aprovada, na madrugada de hoje, a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal. Seu objetivo é reduzir em 85% o uso de gases HFC em todo o mundo até 2047. Trata-se da medida mais efetiva para frear o aquecimento global no curto prazo.
Peruíbe diz não à termelétrica
Paraíso a salvo. A Câmara Municipal de Peruíbe, no litoral de São Paulo, aprovou ontem uma lei que proíbe a instalação de empresas poluidoras na cidade. Com isso, foi por água abaixo o projeto de construção de uma usina termelétrica no local.
Vamos virar o jogo?
O Brasil se alinhou a países como China, Argentina e África do Sul na defesa de uma emenda mais ambiciosa ao Protocolo de Montreal. Entretanto, a proposta deste bloco ainda não é a ideal.
Vento que produz água
Um equipamento desenvolvido nos EUA promete gerar água potável a partir da força do vento. O WaterSeer, feito para instalação no solo, consiste em uma pequena turbina eólica, filtros, um condensador e um reservatório.
Planeta Plástico
O planeta está indo pro saco – e nós junto com ele. O plástico está por todos os lados, inclusive na água que bebemos. Um milhão por minuto: atualmente, consumimos garrafas de plástico nesta incrível velocidade. Só a Coca-Cola contribui com 3.400 por segundo. Calcula-se que desde os anos 1950 já foram produzidos 8,3 bilhões de toneladas de plástico.
É hora de esfriar o planeta
Está acontecendo em Ruanda uma reunião internacional que vai definir o futuro do planeta. Na cidade de Kigali, as nações signatárias do Protocolo de Montreal vão incluir uma emenda ao tratado sobre o uso do gás HFC em aparelhos de refrigeração.
Refresco para o clima e para o bolso
A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) já manifestou o seu apoio à aprovação de uma emenda mais ambiciosa ao Protocolo de Montreal, como a proposta em Nova York por mais de cem países, em setembro. Falta o governo brasileiro fazer o mesmo.
Esperança depende de ação
A União Europeia ratificou ontem o Acordo de Paris. Agora, o tratado já tem data para entrar em vigor: 4 de novembro. Sozinhos, os compromissos previstos no acordo são insuficientes para manter o aquecimento global abaixo de 2º C até 2100.
Renováveis e mais baratas
Não é história de ficção científica, é para daqui a pouco: em dois anos as energias renováveis já podem custar menos do que carvão e petróleo. Em 2016, elas produziram 60% da energia consumida no mundo.
O clima também esquenta nos tribunais
O clima está chegando aos tribunais. A tendência é que cada vez mais a Justiça decida até onde pode ir o lucro sem causar danos ao meio ambiente. O prefeito de Nova York responsabiliza as maiores petroleiras do mundo pelas mudanças climáticas e cobra o ressarcimento pelo que a cidade vai perder com inundações e a erosão provocada pela elevação do nível do mar.

























