Brasil é o país que mais desmata

Brasil é o país que mais desmata

A Amazônia está sendo ilhada. O Brasil lidera a lista dos países que mais desmatam, segundo a Places to Watch, uma nova iniciativa da ONG Global Forest Watch, que monitora florestas do mundo inteiro, via satélite. Atrás de nós vêm República Democrática do Congo, Indonésia e Papua Nova Guiné.

Desde outubro e só no no território dos Kayapó, foram abaixo mais de 50 mil hectares de árvores, o que dá 50 mil campos de futebol. Trocamos a bola pela motosserra?

Via Público

Foto: Daniel Beltrá

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Não vai dar praia no Rio de Janeiro

Não vai dar praia no Rio de Janeiro

E não é só porque está fazendo um frio de rachar.
Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro detectou a presença de superbactérias no litoral da cidade.
E não só em praias geralmente impróprias para o banho, mas também em Copacabana, Ipanema e Leblon.
A Klebsiella pneumoniae Carbapenemase (KPC) é geralmente encontrada em ambientes hospitalares.
Ela pode provocar infecções pulmonares e urinárias e até levar à morte pessoas com o sistema imunológico debilitado.
Isso em pleno ano olímpico. E as praias serão palco de algumas importantes competições.
Tudo porque a cidade não fez sua lição de casa para sediar os Jogos Olímpicos. O esgoto do carioca continua sendo despejado in natura no mar.
Via Conselho dos Reitores das Universidades Brasileiras
Foto: Medscape
Saiba mais: https://www.crub.org.br/blog/2016/06/09/estudo-da-ufrj-detecta-superbacteria-em-praias-da-zona-sul-do-rio/

A mineração ainda ronda a Amazônia

A mineração ainda ronda a Amazônia

Da Serra Pelada, que tinha 150 m de altura, sobrou um lago de 24 mil m² e 200 m de profundidade contaminado por mercúrio. A extinção da Reserva Mineral de Cobre e seus Associados (Renca) voltou a ser discutida na Câmara e as leis que flexibilizam o licenciamento ambiental e as regras para a mineração continuam rondando o plenário. Convém seguirmos atentos. Os defensores da atividade argumentam que ela causa bem menos prejuízos ao meio ambiente do que a agropecuária. Pode até ser, mas ainda assim, os danos são consideráveis. 

“Hoje há discussão de que precisa flexibilizar o licenciamento. Mas o que precisa é de mais regras, não menos”, diz Daniela Gomes, da Fundação Getúlio Vargas. Na conta do estrago não costuma entrar, por exemplo, a explosão populacional das regiões exploradas e o descumprimento dos atenuantes previstos, como a recuperação das áreas devastadas. É preciso botar tudo na balança, pois há coisas que não têm conserto, nem nunca terão.

Via UOL

Foto: Sebastião Salgado

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Chapada a perigo

Chapada a perigo

A Chapada dos Veadeiros está sob grande risco.
Por pressão de lideranças ruralistas, a Secretaria do Meio Ambiente de Goiás já havia conseguido que o Ministério do Meio Ambiente adiasse por 60 dias a assinatura do decreto que amplia o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros de 65 mil para 242 mil hectares, medida essencial para a preservação da biodiversidade do Cerrado.
Agora, pede mais 180 dias de prorrogação para solucionar “pendências fundiárias” no Estado.
As partes que barram a ampliação do parque ignoram que, para haver área agricultável, são necessários recursos que só existem graças à Chapada – não por acaso, conhecida como a “caixa-d’água do planalto central”.
O Cerrado não pode esperar. A assinatura do decreto de ampliação é para ontem!
Via Época e Rede Pró UC
Saiba mais: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2016/09/ruralistas-querem-barrar-ampliacao-do-parque-nacional-da-chapada-dos-veadeiros.html

O futuro aos Waimiri Atroari pertence

O futuro aos Waimiri Atroari pertence

O futuro aos Waimiri Atroari pertence. O povo, que vive em 49 aldeias em Roraima, está em festa pelo nascimento do curumim número 2 mil. A etnia quase foi extinta durante a construção da BR-174, estrada que liga Manaus a Boa Vista. Eram mais de 2 mil nos anos 1970 e na década seguinte foram reduzidos a cerca de 300.

Hoje, a população é de 2.014. Os Waimiri Atroari estão felizes, mas também preocupados. O governo agora quer construir uma linha de transmissão de eletricidade em suas terras. Temem ser vítimas da truculência novamente.

Foto: TV Brasil

Assista à reportagem do Bom Dia Brasil

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