setembro 2016 | Alternativas Energéticas
A eliminação ou uma redução substancial no uso do HFC em aparelhos de refrigeração nos ajudariam a cumprir mais rapidamente as metas do Acordo de Paris. Isso representaria menos 0,5° C na temperatura média global até 2100.
Com esse objetivo, Estados Unidos e China anunciaram no último encontro do G20 que vão se empenhar pela aprovação de uma emenda radical ao Protocolo de Montreal.
O Brasil podia propor uma mais radical ainda! Por que não?
Os ursos polares e a rapaziada de Bagu ficariam muito agradecidos!
#AlívioImediato #MelhoraEsseClima #LideraBrasil #CadaGotaConta
janeiro 2018 | Oceanos
A água está com falta de ar. É serio. Segundo um estudo publicado hoje na revista Science, a perda de oxigênio no oceano quadruplicou em 50 anos. O aumento da temperatura global e a poluição são os principais responsáveis pelo sufoco.
“Os principais eventos de extinção na história da Terra estão associados a climas quentes e oceanos com deficiência de oxigênio”, alerta a ecóloga marinha Denise Breitburg, do Smithsonian Environmental Research Center, uma das autoras da pesquisa. As tartarugas marinhas existem há mais de 150 milhões de anos. Será que a espécie sobreviverá à nossa falta de zelo com o planeta?
Via Observatório do Clima
Foto: australia.com
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janeiro 2018 | Alternativas Energéticas
“Fase de grandes hidrelétricas chega ao fim”, diz a manchete do jornal “O Globo”. Seria uma ótima notícia para começar o ano, caso não viesse a reboque um presente de grego: se por um lado, pesadelos como a construção da usina de São Luiz do Tapajós dificilmente voltarão a nos assombrar, por outro abre caminho para a proliferação das chamadas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).
A razão é que sai muito mais barato construir uma PCH e é muito mais fácil tirar licenciamento ambiental para a obra, que pode ser conseguido em nível estadual, e não somente federal. Fora que chamam bem menos atenção. Então podemos trocar um problemão por milhares de probleminhas – e a soma deles pode ser ainda mais devastadora para os nosso rios.
Foto: Brennand Energia
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setembro 2016 | Alternativas Energéticas
Não tem mais desculpa: já é mais barato produzir eletricidade usando o sol e o vento do que combustíveis fósseis.
A conclusão é de um novo estudo publicado pela ONG inglesa Carbon Tracker Initiative.
O relatório “Fim da ocupação do carvão e do gás?” compara os custos de geração de energia de quatro usinas recém construídas: de carvão, gás, eólica e solar.
Os cálculos do estudo levam em consideração as determinações do Acordo de Paris para limitar o aumento da temperatura média global em menos de 2º C.
E aí, vamos mudar logo essa matriz energética?
Via CicloVivo
Foto: Energy 3.0
Saiba mais: https://ciclovivo.com.br/noticia/energias-renovaveis-ja-sao-mais-baratas-do-que-combustiveis-fosseis/
janeiro 2018 | Tapajós
Os Munduruku já foram ferozes caçadores de cabeça, mas hoje são sábios fazedores de cabeça. Souberam, como poucos, adaptar-se aos novos tempos. E há muito mais a aprender com eles. Iniciativa e união: os Munduruku se juntaram aos antigos rivais ribeirinhos para auto-demarcarem suas terras. Eles enxergam que a luta pela preservação do Rio Tapajós é de todos, pois interessa a todos.
E usam o GPS, ferramenta criada pelo homem urbano nesse trabalho, pois também entendem que não se deve desprezar nenhum conhecimento. Que em 2018 tenhamos sua sabedoria para entender que temos muito a ganhar com o conhecimento deles também.
Via BBC Brasil
Foto: Ailém Veiga
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