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Amazônia: um imenso monumento verde

Amazônia: um imenso monumento verde

Apesar de o senso comum dizer que a Amazônia é um território intocado, na verdade ela é fruto de milênios de cultivo de povos originários. A floresta foi “construída”, como um imenso monumento verde.

Segundo um estudo liderado pela bióloga Carolina Levis, foi o manejo dos indígenas pré-colombianos que espalhou por grandes porções do bioma alimentos como o cacau, a castanha-do-Pará, o açaí e a mandioca.

Estima-se que esses povos tenham domesticado 85 espécies de árvores Amazônia afora. Em alguns casos, as espécies alteradas pela atividade humana são dominantes na mata.

Seja num prato de aipim frito ou no chocolate da sobremesa, nossa gastronomia tem história – e é indígena!

Via: Folha de S.Paulo

Foto: Pax on both houses

Saiba mais: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/03/1863192-civilizacoes-pre-colombianas-moldaram-vegetacao-da-amazonia.shtml

Aroeira-vermelha contra as bactérias

Aroeira-vermelha contra as bactérias

Usada há séculos por povos tradicionais da Amazônia para tratar infecções, a aroeira-vermelha está sendo analisada como uma forma de desarmar bactérias resistentes a antibióticos.

Pesquisadores da Univerisdade Emory, nos EUA, usaram o extrato do fruto dessa planta para inibir lesões de pele em camundongos.

É mais uma história que mostra quanto crédito os saberes tradicionais merecem da ciência moderna.

Via: O Globo

Foto: Natureza Bela

Saiba mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/planta-nativa-do-brasil-pode-desarmar-bacterias-resistentes-antibioticos-20905111

Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Ciência e saberes tradicionais pelo clima

Quando a ciência convencional se soma aos saberes dos povos tradicionais todos saem ganhando – inclusive o clima do planeta. O Projeto Bem Diverso, uma parceria entre o a Embrapa e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), une conhecimentos acadêmicos e populares contra as mudanças climáticas. O segredo está em usar técnicas de manejo do solo e formas de cultivo ancestrais junto com as novas tecnologias para preservar o meio ambiente.

O projeto já funciona no Alto Rio Pardo (MG), no sertão do São Francisco (PE e BA), em Sobral (CE), no Médio Mearim (MA), em Marajó (PA) e no Alto Acre (AC). Além do trabalho de preservação, essas comunidades aumentaram a sua produtividade. Não se pensa no futuro sem se mirar no passado.

Via BBC Brasil

Foto: Bem Diverso

Saiba mais.

Brasil real salva a pátria na Noruega

Brasil real salva a pátria na Noruega

Enquanto o Brasil oficial fica mal na foto na Noruega, o Brasil real salva a pátria. As ações do governo podem levar o país a perder o dinheiro norueguês do Fundo Amazônia, que financia o combate ao desmatamento. O país foi duramente criticado pelo ministro do Meio Ambiente norueguês, Vidar Helgesen. Ao mesmo tempo, lideranças indígenas como Sonia Bone Guajajara (foto), coordenadora da APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, têm voz ativa da Iniciativa Ecumênica de Oslo para as Florestas Tropicais.

O evento reúne líderes religiosos e representantes dos povos tradicionais, para buscar estratégias em comum para proteção das florestas. Se aqui o governo não lhes dá ouvidos, os indígenas estão se tornando referência jundo aos donos do dinheiro quando o assunto é desenvolvimento sustentável e preservação da natureza.

Quando a gente vai se tocar que #MexeuComÍndioMexeuComClima?

Via DW (Brasil)

Foto: DW/N. Pontes

Saiba mais: https://www.dw.com/pt-br/ci%C3%AAncia-e-religi%C3%A3o-unidas-para-defender-florestas/a-39319751