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Dá um refresco!

Dá um refresco!

A eliminação ou uma redução substancial no uso do HFC em aparelhos de refrigeração nos ajudariam a cumprir mais rapidamente as metas do Acordo de Paris. Isso representaria menos 0,5° C na temperatura média global até 2100.
Com esse objetivo, Estados Unidos e China anunciaram no último encontro do G20 que vão se empenhar pela aprovação de uma emenda radical ao Protocolo de Montreal.
O Brasil podia propor uma mais radical ainda! Por que não?
Os ursos polares e a rapaziada de Bagu ficariam muito agradecidos!
#AlívioImediato #MelhoraEsseClima #LideraBrasil #CadaGotaConta

Não fosse o Protocolo de Montreal, estaríamos fritos

Não fosse o Protocolo de Montreal, estaríamos fritos

Graças a ele, vamos conseguir tapar o buraco na camada de ozônio até 2065.
O mais bem-sucedido acordo mundial para o ambiente foi assinado em 1987.
E uma simples emenda ao tratado, que será discutida em outubro, em Kigali, Ruanda, poderá nos ajudar a resolver outro problema: o aquecimento global.
É uma emenda que poderá tapar outro buraco, de forma ainda mais rápida e eficiente. Uma simples troca de gases em aparelhos de refrigeração já seria meio caminha andado.
Basta que o mundo se una. E o Brasil pode liderar este movimento. Vamos começar?

Cobertor curto

Cobertor curto

Os HFCs, hoje usados em aparelhos de refrigeração, vêm se mostrando eficazes para a recuperação da camada de ozônio.
Mas apresentam um efeito colateral: contribuem para o aquecimento global. E o seu uso vem crescendo 10% ao ano.
Ou seja, o seu aparelho de ar condicionado está funcionando como um cobertor curto: ele refresca a sua casa, mas está ajudando a esquentar o planeta; e quanto mais quente o planeta fica, mais a gente precisa de um refresco.
Mas não esquente a cabeça: é possível reverter isso com uma simples emenda no cobertor chamado Protocolo de Montreal.
#AlívioImediato #MelhoraEsseClima #CadaGotaConta #LideraBrasil
Saiba o que pensa sobre isso o secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-moon: https://nacoesunidas.org/ban-reconhece-avancos-na-protecao-da-camada-de-ozonio-mas-pede-reducao-de-gases-do-efeito-estufa/