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Renas somem do Ártico

Renas somem do Ártico

As mudanças climáticas podem deixar o Papai Noel a pé. A população de renas selvagens e caribus caiu mais da metade no Ártico nos últimos 20 anos. Segundo um relatório da ONG American Geophysical Union, o número de animais caiu de quase 5 milhões para cerca de 2,1 milhões.

As alterações no clima e na vegetação do seu habitat, a tundra, o bioma mais frio da Terra, são as principais causas do sumiço das renas e seus primos. Estamos dando um presente de Natal de grego para o planeta.

Via BBC News Brasil

Foto: Pinterest

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Shell sabia das mudanças climáticas

Shell sabia das mudanças climáticas

A Shell sabia dos perigos das mudanças climáticas. Mas preferiu esconder isso do mundo. Um documentário lançado há 25 anos e desenterrado pelo site jornalístico holandês The Correspondent manchou de vez a reputação da petrolífera.

O curioso (e revoltante) é que o filme foi feito pela própria Shell.

Com o título “Clima de preocupação”, o vídeo afirma haver amplo consenso entre cientistas sobre a ameaça.

Mesmo com essa informação em mãos desde 1991, a empresa não se furtou em investir pesado no lobby do negacionismo climático e na extração de petróleo no Ártico.

Essa negligência intencional pode custar caro demais ao planeta.

Via: Observatório do Clima

Foto: Matt Mills McKnight/Reuters

Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/shell-avisou-sobre-aquecimento-em-1991/

A neve também é culpa do calor

A neve também é culpa do calor

A costa leste dos Estados Unidos está soterrada sob a neve e a culpa é do calor. Um estudo publicado no Nature Communications, baseado numa análise de dados dos últimos 65 anos, relaciona diretamente as temperaturas cada vez mais quentes no Ártico – até 10°C acima da média do inverno – com o aumento do frio no país.

“As mudanças climáticas estão levando as baixas temperaturas do Polo Norte para regiões temperadas. É um fenômeno anunciado, severo e perigoso”, disse Jennifer A. Francis, física atmosférica da Universidade Rutgers, uma das autoras do estudo. Tá quente? Tá frio!

Via Observatório do Clima

Foto: Robert Ray/AP

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O Ártico em nossas mãos

O Ártico em nossas mãos

Se deixarmos de comer bife todos os dias durante dois meses, cada um de nós evitará o derretimento de 3 m² de gelo no Ártico.

Uma área igual será preservada na gélida região por cada pessoa que rodar 4.000 km a menos com seu carro a gasolina.

Os cientistas Dirk Notz, da Alemanha, e Julienne Stroeve, dos EUA, fizeram esses cálculos para nos ajudar a entender quanto a humanidade afeta o clima.

Rever hábitos pessoais não é solução única, mas, sim, complementar às ações em larga escala de acordo diplomáticos internacionais.

Via: Observatório do Clima

Foto: PA

Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/quer-saber-quanto-voce-muda-o-clima/

Calor de zero grau no Ártico

Calor de zero grau no Ártico

Zero grau pode parecer frio pra caramba para o brasileiro, mas quem mora no norte da Groenlândia deveria estar curtindo um friozinho de -33°C. No último sábado, os termômetros marcaram 6°C, um calorão para os padrões locais. O Mar de Bering começa a descongelar em pleno inverno.

Em todo o Ártico e arredores, as temperaturas estão cerca de 20°C acima da média. E se esquenta de um lado, esfria de outro: este degelo na região polar está alterando a temperatura lá na Europa: a nevasca que atingiu Roma é consequência direta dela. O clima se equilibra numa corda bamba.

Via O Globo

Foto: Adrienne Tivy

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