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Governadores acordam para as mudanças climáticas

Governadores acordam para as mudanças climáticas

Ainda não são todas, mas algumas autoridades estão acordando para o fato de que precisamos combater as mudanças climáticas e cumprir o Acordo de Paris. 12 governadores se comprometeram com a meta estabelecida pelo Brasil de, até 2025, reduzir em 37% – em relação a 2005 – a emissão de gases de efeito estufa.

Segundo o Fórum Brasileiro de Mudanças do Clima, são favoráveis ao tema os governadores do Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Agora, é importante ficar de olho para ver se a promessa não é só da boca para fora.

Via Agência Brasil
Foto de divulgação

Saiba mais: 

Querem abrir a porteira do desmatamento

Querem abrir a porteira do desmatamento

Querem abrir de vez a porteira do desmatamento. Parlamentares do Amazonas, que deveriam guardar a sete chaves a biodiversidade de seu estado – afinal, ela é a sua maior riqueza -, apresentaram um Projeto de Lei (PL) para reduzir em 37,9% a área de proteção ambiental criada na bacia das almas do governo Dilma. No último dia de seu mandato, a ex-presidente tirou do papel cinco Unidades de Conservação (UCs) e ampliou uma sexta, todas na região da bacia do Rio Madeira, no sul do Amazonas.

O cinturão verde tem mais de 2,8 milhões de hectares e está localizado numa região onde a área desmatada saltou de 149 km² em 2011 para 248 km² em 2015. Um crescimento de 66% do desmatamento em apenas quatro anos, que justifica, com folgas, a medida de conservação.

Segundo os congressistas, a iniciativa seria uma forma de reverter “prejuízos enormes do setor produtivo” na região depois da criação das UCs – um fraseado genérico para justificar o olho grande do agronegócio. Acontece que o PL teria o efeito de esquartejar a Floresta Amazônica, o que poderia desarranjar os padrões locais de distribuição de umidade, que suprem com chuvas as principais regiões agrícolas do Brasil. A produtividade que os deputados e senadores alegam defender sofreria sérios impactos em um cenário climático instável e extremado. Ou seja: desmembrar a Amazônia também significa cortar na carne da produtividade agropecuária.

Saiba mais: https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/amazonia-esquartejada

Um novo mundo em risco

Um novo mundo em risco

A biodiversidade amazônica é tão grande que esparrama mar afora. Em abril do ano passado, foi descoberto um novo mundo: um recife de corais na foz do Amazonas.

Além de abrigar espécies jamais catalogadas – como esponjas do mar gigantes com mais de 2 metros de comprimento -, os corais da Amazônia são únicos, pois florescem em condições totalmente adversas ao seu desenvolvimento.

O Greenpeace Brasil enviou uma expedição para lá há duas semanas, e os cientistas não cansam de mandar novidades: a última é que a barreira de corais ocupa uma região pelo menos duas vezes maior do que os 9.500 km² estimados inicialmente.

Os recifes, que se estendem da fronteira da Guiana Francesa com o Brasil ao Maranhão, a cerca de 110 km da costa, são alimentados pela matéria orgânica despejada no mar pelo Amazonas. É um rio criador de biodiversidades. Ainda fazemos uma pálida ideia de sua importância para o planeta.

Entretanto, este mundo novo já corre grave risco. As multinacionais Total e BP querem tirar petróleo da região. Um vazamento de óleo poderia destruir o bioma recém-descoberto. Por isso, o Greenpeace lançou uma petição para pressionar as empresas a cancelarem seus projetos de exploração.

Assine: https://br.amazonreefs.org/?utm_source=referral&utm_medium=p3&utm_campaign=Corais&utm_content=os

A Amazônia e os corais

A Amazônia e os corais

Além de imagens do recife de corais descoberto próximo à foz do rio Amazonas, uma expedição do Greenpeace Brasil trouxe a constatação de que a Floresta Amazônica é fundamental para a vida no bioma marinho.

São restos decompostos de árvores, terra e animais que, levados pelas águas da região, nutrem os corais e seus habitantes.

Mas esse tesouro recém-descoberto já está ameaçado pela exploração petrolífera. Assine a petição e #DefendaOsCorais da Amazônia: https://br.amazonreefs.org/

Vamos salvar os corais do Amazonas!

Vamos salvar os corais do Amazonas!

Começou ontem (24/1/17), em Macapá (AP), uma expedição do Greenpeace Brasil com ambientalistas e pesquisadores para explorar um ecossistema descoberto há menos de um ano: um recife de corais com área total de 9.500 km², que se estende do Maranhão ao Amapá, na foz do rio Amazonas.

Mas, para estudá-lo, precisamos que o coral permaneça lá. Por isso, o Greenpeace organiza uma petição para que as petroleiras Total, Queiroz Galvão e BP desistam de blocos de prospecção naquela mesma região.

Vamos assinar e ajudar pesquisadores a entender melhor um ecossistema tão inusitado, em vez de colocá-lo em risco por mais petróleo?

Assine a petição: https://br.amazonreefs.org/?utm_source=whatsapp&utm_medium=share_site&utm_campaign=Corais&utm_content=tkspage

Via: Folha de S.Paulo

Foto: hype science

Saiba mais: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/01/1852256-recife-na-foz-do-amazonas-e-unico-no-mundo.shtml