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Maggi e o clima na COP22

Maggi e o clima na COP22

Os ministros Sarney Filho (Meio Ambiente) e Blairo Maggi (Agricultura) receberam  uma carta do Observatório do Clima (OC) manifestando preocupação com declarações do último na COP22, em Marrakesh.

O ministro afirmou que a agropecuária precisa de US$ 40 bilhões até 2030 para cumprir compromissos do Brasil sob o Acordo de Paris.

A carta do OC esclarece que, apenas em 2016, o Plano Safra destinou R$ 202 bilhões ao setor, cuja inadimplência histórica é de cerca de 5%.

Ou seja, há verba para financiar as ações climáticas na agropecuária. Basta que os agricultores paguem suas dívidas com a União.

Está na hora de ambientalismo e agricultura caminharem juntos.

Via: Observatório do Clima

Foto: Flavio Forner / Xibé / Infoamazonia

Saiba mais: https://www.observatoriodoclima.eco.br/maggi-diz-que-ndc-e-apenas-intencao/

Bicicletas na COP22

Bicicletas na COP22

Uma empresa francesa aproveitou a COP22 para lançar em Marrakesh o primeiro sistema de bicicletas compartilhadas da África.

Para implementar o Medina Bikes, batizado em homenagem ao centro histórico da cidade, a Smoove teve apoio do governo. Faz parte, aliás, de um plano para difundir o transporte verde no Marrocos.

É, também, uma iniciativa para reavivar a cultura de uso de bicicletas que vigorava em Marrakesh alguma décadas atrás.

Cultura que torcemos para vigorar em cidades mundo afora.

Via: The Guardian

Foto: Fadel Senna/AFP/Getty Images

Saiba mais (em inglês): https://www.theguardian.com/environment/bike-blog/2016/nov/15/medina-bikes-africas-first-cycle-share-scheme-launches-in-marrakech

Demarcação, já!

Demarcação, já!

A relatora especial da ONU Victoria Tauli-Corpuz pediu em evento na COP22, em Marrakesh, que o Fundo Verde do Clima das Nações Unidas garanta o reconhecimento dos direitos de povos indígenas à demarcação de suas terras tradicionais.

Tauli-Corpuz alertou seus interlocutores no evento sobre os danos que ações chamadas de soluções para o clima, como a construção de hidrelétricas, podem causar aos povos indígenas.

Hoje, o World Resources Institute apresenta na COP22 seu estudo mostrando que a demarcação de terras indígenas na Amazônia pode valer até US$ 1 trilhão em ativos socioambientais para o Brasil.

Escolher o próximo passo aqui não é complicado.

Seca na Amazônia

Seca na Amazônia

A seca da Amazônia em 2014 e 2015 foi mais um reflexo das mudanças climáticas.

Este é um dos 79 eventos extremos entre 2011 e 2015 analisados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Há cada vez mais evidências relacionando ondas de calor, secas severas e chuvas intensas a alterações no clima pelo aquecimento global.

Apresentado na COP22, em Marrakesh, esperamos que o estudo leve os negociadores da conferência a costurarem ações urgentes e ambiciosas para o nosso planeta.

Via Zero Hora

Foto: Ana Cintia Gazzelli/WWF

Saiba mais: https://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2016/11/eventos-extremos-estao-cada-mais-relacionados-com-mudancas-climaticas-diz-estudo-8207179.html