dezembro 2018 | Oceanos, poluição
A tartaruga paga o pato. Pesquisadores da Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace examinaram 102 tartarugas marinhas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo. E, no intestino de todas, todas elas, havia incômodos micro-plásticos. Segundo o estudo, eles podem contaminá-las com bactérias e vírus.
O lixo produzido nas cidades sem reciclagem, os vazamentos industriais, a lavagem de roupas de fibras sintéticas e até o atrito dos pneus nas ruas são exemplos que explicam por que a água salgada vive infestada de matéria plástica. As tartarugas agradeceriam se o mundo se desse conta de que, no habitat delas, plásticos não são bem-vindos.
Via Revista Galileu
Foto: Picture Alliance/Photoshot
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março 2018 | Alternativas Energéticas
Bali ganhou 40 mil mãozinhas numa faxina gigante. A ação aconteceu neste fim de semana, quando cerca de 20 mil pessoas se juntaram para limpar 120 praias da paradisíaca ilha da Indonésia.
A iniciativa partiu do One Island One Voice, movimento que reúne cidadãos e organizações sociais. Que tal pegar este exemplo e botar mãos à obra em nossas praias?
Via CicloVivo
Foto de divulgação
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fevereiro 2018 | poluição
Ninguém recicla garrafa de plástico como os noruegueses: a taxa em 2016 foi de 97%, o que dá 600 milhões de unidades. Para se ter uma ideia, no Brasil essa porcentagem é de 50%.
O segredo: pagar o consumidor pela devolução. Isso é feito de forma automática, em máquinas instaladas nos estabelecimentos comerciais. Quem entra com o dinheiro é o próprio fabricante de bebidas que, em compensação, ganha um desconto no imposto. Com incentivo, desce mais fácil.
Via BBC Brasil
Foto: DutchScenery/Shutterstock
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abril 2018 | Oceanos, poluição
Visitantes indesejados do mundo inteiro estão invadindo Abrolhos e Fernando de Noronha. Pesquisadores encontraram plástico proveniente de mais de 20 países, da Malásia aos Emirados Árabes Unidos, nos dois arquipélagos. O lixo chega das mais diferentes formas: de carona com turistas (brasileiros e estrangeiros) ou boiando, em travessias transoceânicas.
Uma garrafa pet pode levar até 400 anos para se decompor na natureza. Só no Brasil, pelo menos 2 milhões de toneladas de resíduos chegam por ano ao oceano. Mas a poluição marinha está globalizada.
Via UOL
Foto: João Viana
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