Atualizado em 03 de agosto de 2026
Apenas uma semana após o lançamento da campanha “É a Gota D’água”, do Movimento Gota D’água, em novembro de 2011, o contador de assinaturas da petição contrária a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, já contava com mais de 1 milhão de pessoas apoiando a causa – com uma campanha totalmente independente e sem qualquer apoio financeiro ou institucional. A onda de conscientização movimentou e repercutiu na opinião pública, levando a população brasileira à conscientização sobre os custos ambientais de um suposto progresso.
Nesse mar de agitação, algumas manifestações também se mostraram contrárias a mobilização, trazendo um contraponto que, em certos momentos, buscava descredibilizar e deslegitimar a união.
A capa da edição de dezembro daquele ano da Revista Veja trouxe uma reportagem que refletia a opinião de parte da imprensa que, na época, reagiu ao Movimento Gota D’água tentando o desqualificá-lo e o classificando como “exagerado” ou “desinformado”.
Nas redes e mídias sociais, o trabalho foi alvo de críticas por usar uma linguagem simples, leve e irreverente. O que os críticos não entenderam é que essa foi uma escolha consciente. Ao simplificar o entendimento de um tema tão complexo e pesado, deu-se a chance para um maior número de pessoas conhecerem este dilema. A partir de então, buscou-se levantar e aprofundar a discussão, apontando os principais questionamentos e ouvindo as explicações de diversos especialistas no assunto.
Confira: 15 anos após o início do Movimento Gota D’água e uma década após a inauguração da hidrelétrica de Belo Monte – posicionamento oficial da organização Uma Gota no Oceano nas redes sociais.
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Publicação com posicionamento oficial da Organização Uma Gota no Oceano no Instagram dez anos após inauguração da hidrelétrica de Belo Monte
Publicação com posicionamento oficial da Organização Uma Gota no Oceano e editorial no LinkedIn, dez anos após inauguração da hidrelétrica de Belo Monte